quinta-feira, outubro 13, 2011

Funcionário da Câmara das Caldas com processo de averiguações

A Câmara Municipal das Caldas da Rainha vai abrir um processo de averiguações a um funcionário dos pavilhões devido a alegadas acumulações de funções.
Numa denúncia anónima que me chegou, uma pessoa alega que um funcionário dos pavilhões além de estar a trabalhar no equipamento público, também dá aulas no mesmo horário e ainda usa os pavilhões para proveito pessoal.
Questionado vereador do desporto, Tinta Ferreira remeteu o assunto para o presidente da Câmara, Fernando Costa que vem esclarecer que “as instalações desportivas municipais estão a funcionar, em regra, das 09h00 às 24h00. O funcionário em causa tem a categoria de encarregado geral das instalações desportivas. De forma a que o seu horário pudesse abranger vários períodos de funcionamento (transição manhã/tarde/ inicio da noite), com o acordo do trabalhar foi atribuído um horário com inicio às 12 horas e conclusão às 19h30, com 30 minutos de almoço”, escreve o gabinete de imprensa, destacando a nota em nome do presidente da Câmara.
A mesma fonte esclarece ainda que “pudemos apurar que o funcionário em questão não tem ministrado aulas na ETEO, mas na escola de Turismo, das 9h00 às 10h30, em período lectivo, fora do horário laboral que lhe foi atribuído, pelo que não há qualquer prejuízo para a Câmara Municipal. Não queremos no entanto, deixar de afirmar, que o funcionário em questão embora tenha feito um pedido prévio de acumulação de funções, não foi o mesmo autorizado pelo Presidente da Câmara. Esta situação específica (acumulação de funções) irá ser averiguada”, esclarecem.
Relativamente às questões relacionadas com a abertura do Pavilhão para proveito próprio, Fernando Copsta refere que “não temos conhecimento de qualquer situação irregular. Como já foi referido, os pavilhões estão abertos das 09h00 às 24h00. No entanto, se alguém tiver conhecimento de algum caso concreto agradecíamos que nos fosse demonstrado”, concluiu.

Carlos Barroso

segunda-feira, setembro 22, 2008

Golf do Bom Sucesso apresentado


O Campo de Golf do Bom Sucesso abre ao público no próximo dia 27 de Setembro e o FOTONEWSOESTE, foi conhecer por dentro o projecto que uniu os melhores arquitectos e porque o projecto desta envergadura foi considerado Projecto de Interesse Nacional (PIN).
As palavras para descrever o que é visto são poucas, já há passamos pelos campos de golfe, onde ainda decorre a construção das habitações, mas também passamos por locais que só damos conta por olhamos para trás e lemos escrito “Manutenção” ou vermos portas e janelas, já que por cima andamos e tivemos relva e arvores de pequeno porte.
Com este exemplo de enquadramento paisagístico e depois desfrutando de uma vista sob a maravilha do Oeste (Lagoa de Óbidos) no buraco 17, 18, 5, temos a certeza que todo o aldeamento está muito bem enquadrado com o meio onde está inserido.
O Campo de Golfe do Bom Sucesso está inserido no projecto turístico do Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf, classificado como um Aldeamento Turístico de cinco Estrelas e reconhecido como Projecto de Interesse Nacional (PIN) e de Utilidade Turística, factos que confirmam a qualidade e inovação do conceito desenvolvido.
Foi projectado por Donald Steel, um dos mais prestigiados arquitectos de golfe do mundo, é um Campo de Golfe de 18 buracos Championship que se estende por mais de 60 hectares ao longo do resort, sobre um declive acidentado com espectaculares vistas de mar e da Lagoa de Óbidos.
Os primeiros 9 buracos são jogados em terreno plano, com uma paisagem privilegiada sobre a Lagoa, e os restantes 9 buracos tiram partido do relevo, conseguindo quadros de vista simultâneo de Lagoa e Mar, atingindo um nível de excelência estética e desportiva ímpar. Todo o resort foi povoado por centenas de oliveiras combinadas com camélias, azálias e magnólias entre outras espécies exóticas que tornam único o enquadramento do Campo de Golf do Bom Sucesso.
O projecto foi entregue ao actual Chairman da British Association of Golf Course Construtors, facto que constitui para o mercado internacional um garante de qualidade. O campo de Golfe do Bom Sucesso pertence à IAGTO (International Association of Golf Tour Operators), assegurando desta forma, para o seu Campo de Golfe, rigor e qualidade.
“A conclusão do Campo de Golfe do BOM SUCESSO veio consolidar o projecto turístico do Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf, projecto que tem sido muito mediático desde o seu lançamento, pelo seu conceito inovador, arquitectura contemporânea integrada na natureza. O Campo de Golfe, de traçado desafiante e de enorme espectacularidade, veio uma vez mais confirmar as expectativas geradas pelo projecto e tem sido objecto de enorme apreciação de todos os praticantes que já o testaram. Facto que é ainda mais relevante por se tratar de um Campo de Golfe Championship, capaz de estar presente nos circuitos de competição”, refere Ricardo Garcia, presidente da empresa Golf do Bom Sucesso.
O responsável congratula-se também o facto do projecto estar “a contribuir para a qualificação da Região do Oeste como destino turístico, cada vez em maior afirmação no panorama nacional e internacional”.
O Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf é um resort turístico com uma enorme componente de lazer e uma larga oferta de serviços, é composto por um conjunto de lotes individuais e em banda, um hotel com SPA, um conjunto de equipamentos de lazer sem paralelo e uma grande zona de reserva ecológica. Criar a maior diversidade de possibilidades de práticas desportivas e maximizar o conforto e a diversão através dos equipamentos de lazer, todos interligados entre si, e muitas vezes de forma complementar, foi o critério para a escolha dos equipamentos e serviços do Bom Sucesso.
Com um índice de construção inferior a 6,5%, garantindo assim uma privacidade única em resorts desta natureza. A integração com a natureza foi mais longe, todos os telhados são em cobertura vegetal e as separações entre lotes são também vegetais.
A Arquitectura Contemporânea assume a vertente central da estratégia de concepção, uma vez que o empreendimento conseguiu agregar um vastíssimo conjunto de autores de vulto da arquitectura mundial. Pela primeira vez, foi reunido no mesmo espaço, um conjunto notável de arquitectos como Álvaro Siza Vieira, Alcino Soutinho, Eduardo Souto Moura, Inês Lobo, João Luís Carrilho da Graça, Gonçalo Byrne, Manuel Aires Mateus, Manuel Graça Dias, Rogério Cavaca, entre outros, contando ainda com autores internacionais como os Arq. David Chipperfield (Reino Unido) e Josep Llinás (Espanha).
A partir de 2009 é possível gozar de uma magnífica estadia no Bom Sucesso, numa das casas de design contemporâneo e confortável decoração, que tornarão inesquecíveis as suas férias em Portugal.

Carlos Barroso

Milhões para o Oeste com Socrates a elogiar autarcas


O primeiro-ministro, José Sócrates elogiou a atitude dos autarcas do Oeste e da Lezíria por terem optado por elaborar um plano alternativo ao abandono da Ota como local para o aeroporto de Lisboa, em vez de apenas se queixarem.
O programa prevê 120 projectos, a concluir até 2017. Entre as obras, destacam-se a construção de um grande hospital nas Caldas da Rainha ou em Alcobaça e a requalificação ou construção de raiz de um outro em Torres Vedras. Estão também previstos Centros de Saúde, postos da GNR e novas estradas. A rede ferroviária será melhorada e Rio Maior terá uma estação do TGV. É um investimento de 2.100 mil milhões de euros.
Durante a cerimónia José Sócrates elogiou a atitude das autarquias, porque “deram uma lição à classe politica do país”.
“Não vi como em outras ocasiões no nosso país, nem queixume, nem azedume, nem frustração, nem recriminação. O que eu vi foi uma atitude positiva de quem quer arregaçar as mangas e construir uma alternativa para o desenvolvimento do Oeste. Sublinho a grandeza desta atitude política. É uma atitude que muito contribuiu para o engrandecimento da política em Portugal”.
José Sócrates falou na sede da Associação de Municípios do Oeste (AMO), nas Caldas da Rainha onde presidiu à cerimónia de assinatura de um acordo de cooperação institucional entre o Governo e os presidentes das Câmaras, depois de os autarcas e o Governo, sob a coordenação do ministro das Obras, terem elaborado, desde Fevereiro um programa de acção para a região que contempla a realização de 120 projectos, até 2017.
Os projectos, 59 da iniciativa do Governo e 61 dos municípios, constituem o programa de acção para o Oeste, já aprovado em Conselho de Ministros e publicado em Diário da República, totalizando 2,1 mil milhões de euros.
“Durante anos a região suportou os custos directos de um grande projecto de desenvolvimento que acabou por não se realizar e isso teve um custo directo e mensurável”, reconheceu o primeiro-ministro.
“É de elementar justiça que o Estado faça um especial esforço para promover projectos que, em conjunto, possam estruturar uma nova perspectiva e uma alternativa para o desenvolvimento”, sustentou.
Os principais projectos foram apresentados através do visionamento de filmes e destacam-se a construção do Hospital Oeste-Norte, remodelação ou construção de um novo hospital a Oeste-Sul, a criação da Agência Regional de Energia e Ambiente, requalificação urbana de oito Municípios, construção de cinco postos da GNR, uma nova esquadra da PSP para o Cartaxo, foram alguns dos projectos anunciados.
A realização de um diagnóstico às necessidades de formação da região, parques e centros de negócios em cinco Municípios e a modernização da Linha do Oeste, entre a Figueira da Foz e Cacém, e a estação do TGV em Rio Maior, também constam do programa de acção, que fala ainda de uma intervenção na Lagoa de Óbidos.
Também estão previstos projectos que terão impacto na rede de escolas, agricultura e turismo.
Será criada uma comissão de acompanhamento através da qual o Governo pretende assegurar que não ocorrem derrapagens financeiras.
O primeiro-ministro exortou à concretização do programa afirmando que “muitas vezes os planos falham na execução e no nosso país há uma grande cultura de concepção e uma cultura menos exigente à execução”.
Já o ministro das Obras Públicas garantiu que os custos do acordo de compensação vão ser repartidos por “um conjunto de fontes de investimento”, desde o orçamento do Estado, fundos comunitários, financiamento das autarquias e investimento privado.
Os projectos são da iniciativa do Governo e das autarquias e visam “levar aquela região a um novo patamar de desenvolvimento”, disse o ministro Mário Lino.
O governante com a tutela dos Transportes e Obras Públicas quis destacar, na cerimónia de assinatura, a qualidade do projecto e a colaboração dos autarcas.
“Eu julgo que está bem feito. Agora, mãos à obra para bem da região”, concluiu Mário Lino.
Os concelhos abrangidos pelo programa de acção são Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras do Oeste e Santarém, Cartaxo, Azambuja e Rio Maior da Lezíria do Tejo.

Carlos Barroso

Scirocco chegou às Caldas da Rainha


O Volkswagen Scirocco chegou às Caldas da Rainha através do concessionário Florescar, que o vai publicitar e que espera vender algumas das duzentas unidades que a marca vai lançar até ao final do ano.
Mário Freitas, responsável pela Florescar referiu que este “é o primeiro passo de uma apresentação que se vai prolongar até ao final do ano”, uma vez que “as expectativas são muitas”.
“Ao fim de uma série de anos a Volkswagen reactivou o Scirocco de uma forma diferente, mas continuando com a características de coupé desportivo de quatro lugares, com performance. As pessoas terão de ver e olhar porque é muito bom”, disse Mário Freitas.
Segundo o representante do concessionário nas Caldas, “já haviam muitas pessoas a perguntarem pelo Scirocco”, o que eleva as expectativas para boas vendas.
Para já Florescar apenas tem uma viatura que está a fazer de exposição, mas daqui a uma a duas semanas haverá mais viaturas, sendo que uma estará preparada para os habituais testes drives para que os potenciais clientes e curiosos apreciem as potencialidades do Volkswagen Scirocco.
A gama nacional estrutura-se em torno de três motores TSI e um TDI todos sobrealimentados. Os três blocos de injecção directa a gasolina oferecem potências de 122 e 160 cv para o 1, 4 litros e 200 cv para o 2,0 litros. O 2.0 TDI com injecção common rail debita 140 cv.
Existem dois níveis de equipamento disponíveis: Scirocco e Scirocco Sport. Em relação à versão base, a Sport acresce o ar condicionado automático, as jantes de 18 polegadas, o cruise control, os retrovisores exteriores com comando eléctrico rebatíveis e o rádio com ecrã táctil e caixa de seis CD.
Os preços das versões a gasolina oscilam entre os 24 670 (Scirocco 1.4 TSI 122 cv) e os 37 771 euros (Scirocco Sport 2.0 FSI Turbo 200 cv). Os preços das versões a gasóleo situam-se entre os 32 390 (Scirocco 2.0 TDI 140 cv) e os 37 052 (Scirocco Sport 2.0 TDI 140 cv DSG).
O motor 1.4 TSI sobrealimentado terá duas variantes de potência, uma com 122 cv e a outra com 160 cv. Com uma boa posição de condução, o Scirocco é capaz de oferecer bons momentos ao volante, a avaliar pelo breve contacto com a versão 1.4 TSI de 160 cv, a qual, juntamente com a 2.0 TFSI de 200 cv, vai estar logo disponível em Setembro, altura em que arranca a comercialização. A mais apetecida para Portugal será a variante 1.4 TSI de 122 cv, com um preço estimado a rondar os 25 000 euros, mas que vai chegar mais tarde, o que também irá acontecer com o Diesel 2.0 TDI de 140 cv. A caixa DSG com dupla embraiagem e seis velocidades apenas está disponível com motor mais potente, mas mais tarde chegará também às variantes 1.4 a nova, já com sete relações.
As ligações ao solo são asseguradas por um esquema tipo McPherson, à frente, e multibraços, atrás, surgindo como opção a suspensão adaptativa (DCC), que ajusta o amortecimento em função do piso e do tipo de condução. Existem três modos distintos, que podem ser seleccionados manualmente: Sport, Normal e Comfort.
A direcção também sofre alterações nos parâmetros de assistência, para melhorar o feeling num ritmo mais empenhado.
Por dentro, o ambiente desportivo é garantido pela altura mais reduzida do tejadilho e pela configuração 2+2, com os lugares traseiros a oferecerem uma espécie de bacquets individuais, com um nível de espaço bem melhor do que o respectivo acesso. Mais atrás, na mala, existe uma capacidade de 292 litros, o que se pode considerar aceitável face ao género de automóvel.

Carlos Barroso

Nem a Junta de Freguesia escapa aos ladrões


A sede da Junta de Freguesia de Santo Onofre foi assaltada na madrugada do dia 9, tendo os meliantes usado uma janela da Rua Vicente Paramos para entrarem no edifício.
Segundo o presidente da Junta, Abílio Camacho o alarme do equipamento público não foi accionado porque havia uma anomalia no sistema e o mesmo estava em reparação por dois dias.
Foi precisamente num desses dias que os oportunistas partiram o vidro da janela e entraram no edifício e roubaram 30 euros em dinheiro que estavam em dois pequenos cofres, um telemóvel, um livro de recibos, uma maquina de calcular, deixando para trás um rasto de desarrumação total, onde nenhuma gaveta ou chaveiros escapou aos assaltantes.
O valor dos prejuízos ascende aos quinhentos euros, sendo este o primeiro assalto que a nova sede da Junta sofre.
A PSP das Caldas esteve no local a recolher eventuais indícios que levem à detenção dos meliantes.

Carlos Barroso

Simulacro dos Bombeiros das Caldas com espectáculo


No passado dia 13 de Setembro, pelas 21horas um veículo ligeiros de passageiros explodiu junto ao edifício da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e matou e provocou ferimentos graves em alguns transeuntes.
Este foi o cenário ensaiado pelos bombeiros das Caldas para exibirem as suas valências que passaram ainda por decorrer combaterem um incêndio no terceiro piso do edifico dos Paços do Concelho.
Este incêndio de grande intensidade levou algumas pessoas que se encontravam numa reunião a refugiarem-se no terraço, estando entre elas os elementos da Protecção Civil Municipal e o vereador da juventude e comércio.
No meio da tragédia ensaiada, duas pessoas não conseguiram escapar e ficaram cercadas pelas chamas. Para resolver este cenário de terrorismo os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha colocaram no terreno oito viaturas e 35 elementos, divididos por várias equipas que empregaram diversas técnicas de salvamento e de combate às chamas.
Na extinção do incêndio ao veículo, foi utilizada espuma e no caso do fogo no edifício água. Ao mesmo tempo entrou no prédio uma equipa de extinção do fogo e uma outra que fez busca e salvamento, resgatando duas vítimas que se encontravam inconscientes no terceiro piso. Entretanto em campo estava já a equipa de resgate que empregou técnicas para salvar as pessoas que ficaram encurraladas no terraço.
No teatro de operações foi montada uma tenda onde decorreu o posto de triagem às vítimas e devido acompanhamento, dos diversos ferimentos antes de serem evacuados para a unidade hospitalar da cidade.
No resultado final das operações o balanço contabilizou oito feridos e dois mortos. Dois feridos foram considerados muito graves, outros dois apresentaram ferimentos graves, enquanto que duas apresentavam apenas ferimentos ligeiros. Houve ainda a registar duas vítimas que saíram pelos seus próprios meios do edifício e que foram assistidas por precaução.
Este cenário montado na Praça 25 de Abril, foi integrado no 113º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha e para o vereador da juventude, novas tecnologias e comércio “foi um exercício interessante”.
“Os bombeiros tiveram um comportamento muito aceitável. Confirmei que os bombeiros estão bem preparados para qualquer situação. E é sempre bom sentir que a corporação das Caldas responde com rapidez e com eficácia”, afirmou Hugo Oliveira, uma das vítimas simuladas e que “estava desorientada no último piso e onde haviam muito fumo”.
Para Pedro Rezendes, comandante dos bombeiros das Caldas da Rainha os aspectos positivos deste simulacro foram “a calma e coordenação” durante as operações de socorro e “a quantidade de pessoas que estiveram a assistir”.
Já a aspectos negativos da instrução, Pedro Rezendes tomou nota de alguns “pormenores técnicos”, que não correram tão bem e que “serão optimizados com mais treino”.
Um desses aspectos mais negativos e que levou alguns populares a comentarem, foi a morosidade no resgate dos feridos no telhado, onde foram utilizadas técnicas de salvamento em grande ângulo e resgate.
“Foram utilizados elementos que habitualmente não trabalham no grupo. Tentamos chamar ao exercício elementos que menos pratica tem, para treinarem”, afirmou.
No entanto, Pedro Rezendes garantiu que numa situação real “tudo teria decorrido em metade do tempo”, já que utiliza os simulacros para “exercícios e demonstrações de equipas”.

Carlos Barroso

Despiste de ambulância da Benedita mata duas pessoas e fere outras duas


Uma jovem grávida e um septuagenário faleceram ao início da tarde do dia 8, na sequência de um desastre com uma ambulância dos Bombeiros Voluntários da Benedita. Outros dois feridos, a filha do septuagenário e o bombeiro que conduzia o veículo, ficaram com ferimentos graves.
Palmira Farelo de 24 anos de idade, grávida, e José Mateus de 70 anos são as duas vítimas mortais do despiste de uma ambulância dos Bombeiros Voluntários da Benedita, ocorrido cerca das 14h15 na auto-estrada A1, próximo de Pombal. A informação foi avançada pelo vereador da Protecção Civil da Câmara de Alcobaça, José Vinagre, que se encontra com outro membro do executivo municipal no Hospital dos Covões, em Coimbra, para onde foram transportados os dois feridos graves resultantes do mesmo acidente.
“A jovem que faleceu residia em Portela Nova, Évora de Alcobaça e foi a uma consulta na Maternidade Bissaya Barreto”, referiu José Vinagre, acrescentando que o septuagenário “reside na freguesia de Turquel”. Os corpos foram transportados para o Gabinete Médico-Legal da Figueira da Foz.
De Turquel é uma outra vítima, Helena Mateus de 42 anos de idade “é filha do senhor que morreu no acidente, e encontra-se gravemente ferida”, adiantou o autarca.
O outro ferido grave do sinistro, Paulo Desidério, o condutor da ambulância e bombeiro voluntário na corporação da Benedita, freguesia onde reside. “Ambos se encontram em estado de coma”, adiantou a mesma fonte.
O comandante dos Bombeiros Voluntários da Benedita, Fernando Fialho, afirmou que o condutor, de 21 anos, “é um bombeiro experiente, que está na corporação desde os 16 anos”.
O acidente ocorreu cerca das 14h15, ao quilómetro 160,6, próximo da área de serviço de Pombal. A ambulância regressava de Coimbra, onde os doentes tinham ido a consultas em unidades hospitalares locais.
Segundo as primeiras causas para o acidente adiantadas pelas Brigada de Transito, “um momento de distracção” do condutor poderá estar na origem deste trágico acidente, uma vez que momentos antes um camião tombou na via, no sentido contrário e o bombeiro ter-se-á chegado demasiado ao limite do raid para se aperceber do estado do sinistrado e perdido o controle da viatura onde seguiam as quatro pessoas. No entanto as causas reais ainda estão por apurar pela BT.

Carlos Barroso