segunda-feira, setembro 22, 2008

Golf do Bom Sucesso apresentado


O Campo de Golf do Bom Sucesso abre ao público no próximo dia 27 de Setembro e o FOTONEWSOESTE, foi conhecer por dentro o projecto que uniu os melhores arquitectos e porque o projecto desta envergadura foi considerado Projecto de Interesse Nacional (PIN).
As palavras para descrever o que é visto são poucas, já há passamos pelos campos de golfe, onde ainda decorre a construção das habitações, mas também passamos por locais que só damos conta por olhamos para trás e lemos escrito “Manutenção” ou vermos portas e janelas, já que por cima andamos e tivemos relva e arvores de pequeno porte.
Com este exemplo de enquadramento paisagístico e depois desfrutando de uma vista sob a maravilha do Oeste (Lagoa de Óbidos) no buraco 17, 18, 5, temos a certeza que todo o aldeamento está muito bem enquadrado com o meio onde está inserido.
O Campo de Golfe do Bom Sucesso está inserido no projecto turístico do Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf, classificado como um Aldeamento Turístico de cinco Estrelas e reconhecido como Projecto de Interesse Nacional (PIN) e de Utilidade Turística, factos que confirmam a qualidade e inovação do conceito desenvolvido.
Foi projectado por Donald Steel, um dos mais prestigiados arquitectos de golfe do mundo, é um Campo de Golfe de 18 buracos Championship que se estende por mais de 60 hectares ao longo do resort, sobre um declive acidentado com espectaculares vistas de mar e da Lagoa de Óbidos.
Os primeiros 9 buracos são jogados em terreno plano, com uma paisagem privilegiada sobre a Lagoa, e os restantes 9 buracos tiram partido do relevo, conseguindo quadros de vista simultâneo de Lagoa e Mar, atingindo um nível de excelência estética e desportiva ímpar. Todo o resort foi povoado por centenas de oliveiras combinadas com camélias, azálias e magnólias entre outras espécies exóticas que tornam único o enquadramento do Campo de Golf do Bom Sucesso.
O projecto foi entregue ao actual Chairman da British Association of Golf Course Construtors, facto que constitui para o mercado internacional um garante de qualidade. O campo de Golfe do Bom Sucesso pertence à IAGTO (International Association of Golf Tour Operators), assegurando desta forma, para o seu Campo de Golfe, rigor e qualidade.
“A conclusão do Campo de Golfe do BOM SUCESSO veio consolidar o projecto turístico do Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf, projecto que tem sido muito mediático desde o seu lançamento, pelo seu conceito inovador, arquitectura contemporânea integrada na natureza. O Campo de Golfe, de traçado desafiante e de enorme espectacularidade, veio uma vez mais confirmar as expectativas geradas pelo projecto e tem sido objecto de enorme apreciação de todos os praticantes que já o testaram. Facto que é ainda mais relevante por se tratar de um Campo de Golfe Championship, capaz de estar presente nos circuitos de competição”, refere Ricardo Garcia, presidente da empresa Golf do Bom Sucesso.
O responsável congratula-se também o facto do projecto estar “a contribuir para a qualificação da Região do Oeste como destino turístico, cada vez em maior afirmação no panorama nacional e internacional”.
O Bom Sucesso - Design Resort, Leisure & Golf é um resort turístico com uma enorme componente de lazer e uma larga oferta de serviços, é composto por um conjunto de lotes individuais e em banda, um hotel com SPA, um conjunto de equipamentos de lazer sem paralelo e uma grande zona de reserva ecológica. Criar a maior diversidade de possibilidades de práticas desportivas e maximizar o conforto e a diversão através dos equipamentos de lazer, todos interligados entre si, e muitas vezes de forma complementar, foi o critério para a escolha dos equipamentos e serviços do Bom Sucesso.
Com um índice de construção inferior a 6,5%, garantindo assim uma privacidade única em resorts desta natureza. A integração com a natureza foi mais longe, todos os telhados são em cobertura vegetal e as separações entre lotes são também vegetais.
A Arquitectura Contemporânea assume a vertente central da estratégia de concepção, uma vez que o empreendimento conseguiu agregar um vastíssimo conjunto de autores de vulto da arquitectura mundial. Pela primeira vez, foi reunido no mesmo espaço, um conjunto notável de arquitectos como Álvaro Siza Vieira, Alcino Soutinho, Eduardo Souto Moura, Inês Lobo, João Luís Carrilho da Graça, Gonçalo Byrne, Manuel Aires Mateus, Manuel Graça Dias, Rogério Cavaca, entre outros, contando ainda com autores internacionais como os Arq. David Chipperfield (Reino Unido) e Josep Llinás (Espanha).
A partir de 2009 é possível gozar de uma magnífica estadia no Bom Sucesso, numa das casas de design contemporâneo e confortável decoração, que tornarão inesquecíveis as suas férias em Portugal.

Carlos Barroso

Milhões para o Oeste com Socrates a elogiar autarcas


O primeiro-ministro, José Sócrates elogiou a atitude dos autarcas do Oeste e da Lezíria por terem optado por elaborar um plano alternativo ao abandono da Ota como local para o aeroporto de Lisboa, em vez de apenas se queixarem.
O programa prevê 120 projectos, a concluir até 2017. Entre as obras, destacam-se a construção de um grande hospital nas Caldas da Rainha ou em Alcobaça e a requalificação ou construção de raiz de um outro em Torres Vedras. Estão também previstos Centros de Saúde, postos da GNR e novas estradas. A rede ferroviária será melhorada e Rio Maior terá uma estação do TGV. É um investimento de 2.100 mil milhões de euros.
Durante a cerimónia José Sócrates elogiou a atitude das autarquias, porque “deram uma lição à classe politica do país”.
“Não vi como em outras ocasiões no nosso país, nem queixume, nem azedume, nem frustração, nem recriminação. O que eu vi foi uma atitude positiva de quem quer arregaçar as mangas e construir uma alternativa para o desenvolvimento do Oeste. Sublinho a grandeza desta atitude política. É uma atitude que muito contribuiu para o engrandecimento da política em Portugal”.
José Sócrates falou na sede da Associação de Municípios do Oeste (AMO), nas Caldas da Rainha onde presidiu à cerimónia de assinatura de um acordo de cooperação institucional entre o Governo e os presidentes das Câmaras, depois de os autarcas e o Governo, sob a coordenação do ministro das Obras, terem elaborado, desde Fevereiro um programa de acção para a região que contempla a realização de 120 projectos, até 2017.
Os projectos, 59 da iniciativa do Governo e 61 dos municípios, constituem o programa de acção para o Oeste, já aprovado em Conselho de Ministros e publicado em Diário da República, totalizando 2,1 mil milhões de euros.
“Durante anos a região suportou os custos directos de um grande projecto de desenvolvimento que acabou por não se realizar e isso teve um custo directo e mensurável”, reconheceu o primeiro-ministro.
“É de elementar justiça que o Estado faça um especial esforço para promover projectos que, em conjunto, possam estruturar uma nova perspectiva e uma alternativa para o desenvolvimento”, sustentou.
Os principais projectos foram apresentados através do visionamento de filmes e destacam-se a construção do Hospital Oeste-Norte, remodelação ou construção de um novo hospital a Oeste-Sul, a criação da Agência Regional de Energia e Ambiente, requalificação urbana de oito Municípios, construção de cinco postos da GNR, uma nova esquadra da PSP para o Cartaxo, foram alguns dos projectos anunciados.
A realização de um diagnóstico às necessidades de formação da região, parques e centros de negócios em cinco Municípios e a modernização da Linha do Oeste, entre a Figueira da Foz e Cacém, e a estação do TGV em Rio Maior, também constam do programa de acção, que fala ainda de uma intervenção na Lagoa de Óbidos.
Também estão previstos projectos que terão impacto na rede de escolas, agricultura e turismo.
Será criada uma comissão de acompanhamento através da qual o Governo pretende assegurar que não ocorrem derrapagens financeiras.
O primeiro-ministro exortou à concretização do programa afirmando que “muitas vezes os planos falham na execução e no nosso país há uma grande cultura de concepção e uma cultura menos exigente à execução”.
Já o ministro das Obras Públicas garantiu que os custos do acordo de compensação vão ser repartidos por “um conjunto de fontes de investimento”, desde o orçamento do Estado, fundos comunitários, financiamento das autarquias e investimento privado.
Os projectos são da iniciativa do Governo e das autarquias e visam “levar aquela região a um novo patamar de desenvolvimento”, disse o ministro Mário Lino.
O governante com a tutela dos Transportes e Obras Públicas quis destacar, na cerimónia de assinatura, a qualidade do projecto e a colaboração dos autarcas.
“Eu julgo que está bem feito. Agora, mãos à obra para bem da região”, concluiu Mário Lino.
Os concelhos abrangidos pelo programa de acção são Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras do Oeste e Santarém, Cartaxo, Azambuja e Rio Maior da Lezíria do Tejo.

Carlos Barroso

Scirocco chegou às Caldas da Rainha


O Volkswagen Scirocco chegou às Caldas da Rainha através do concessionário Florescar, que o vai publicitar e que espera vender algumas das duzentas unidades que a marca vai lançar até ao final do ano.
Mário Freitas, responsável pela Florescar referiu que este “é o primeiro passo de uma apresentação que se vai prolongar até ao final do ano”, uma vez que “as expectativas são muitas”.
“Ao fim de uma série de anos a Volkswagen reactivou o Scirocco de uma forma diferente, mas continuando com a características de coupé desportivo de quatro lugares, com performance. As pessoas terão de ver e olhar porque é muito bom”, disse Mário Freitas.
Segundo o representante do concessionário nas Caldas, “já haviam muitas pessoas a perguntarem pelo Scirocco”, o que eleva as expectativas para boas vendas.
Para já Florescar apenas tem uma viatura que está a fazer de exposição, mas daqui a uma a duas semanas haverá mais viaturas, sendo que uma estará preparada para os habituais testes drives para que os potenciais clientes e curiosos apreciem as potencialidades do Volkswagen Scirocco.
A gama nacional estrutura-se em torno de três motores TSI e um TDI todos sobrealimentados. Os três blocos de injecção directa a gasolina oferecem potências de 122 e 160 cv para o 1, 4 litros e 200 cv para o 2,0 litros. O 2.0 TDI com injecção common rail debita 140 cv.
Existem dois níveis de equipamento disponíveis: Scirocco e Scirocco Sport. Em relação à versão base, a Sport acresce o ar condicionado automático, as jantes de 18 polegadas, o cruise control, os retrovisores exteriores com comando eléctrico rebatíveis e o rádio com ecrã táctil e caixa de seis CD.
Os preços das versões a gasolina oscilam entre os 24 670 (Scirocco 1.4 TSI 122 cv) e os 37 771 euros (Scirocco Sport 2.0 FSI Turbo 200 cv). Os preços das versões a gasóleo situam-se entre os 32 390 (Scirocco 2.0 TDI 140 cv) e os 37 052 (Scirocco Sport 2.0 TDI 140 cv DSG).
O motor 1.4 TSI sobrealimentado terá duas variantes de potência, uma com 122 cv e a outra com 160 cv. Com uma boa posição de condução, o Scirocco é capaz de oferecer bons momentos ao volante, a avaliar pelo breve contacto com a versão 1.4 TSI de 160 cv, a qual, juntamente com a 2.0 TFSI de 200 cv, vai estar logo disponível em Setembro, altura em que arranca a comercialização. A mais apetecida para Portugal será a variante 1.4 TSI de 122 cv, com um preço estimado a rondar os 25 000 euros, mas que vai chegar mais tarde, o que também irá acontecer com o Diesel 2.0 TDI de 140 cv. A caixa DSG com dupla embraiagem e seis velocidades apenas está disponível com motor mais potente, mas mais tarde chegará também às variantes 1.4 a nova, já com sete relações.
As ligações ao solo são asseguradas por um esquema tipo McPherson, à frente, e multibraços, atrás, surgindo como opção a suspensão adaptativa (DCC), que ajusta o amortecimento em função do piso e do tipo de condução. Existem três modos distintos, que podem ser seleccionados manualmente: Sport, Normal e Comfort.
A direcção também sofre alterações nos parâmetros de assistência, para melhorar o feeling num ritmo mais empenhado.
Por dentro, o ambiente desportivo é garantido pela altura mais reduzida do tejadilho e pela configuração 2+2, com os lugares traseiros a oferecerem uma espécie de bacquets individuais, com um nível de espaço bem melhor do que o respectivo acesso. Mais atrás, na mala, existe uma capacidade de 292 litros, o que se pode considerar aceitável face ao género de automóvel.

Carlos Barroso

Nem a Junta de Freguesia escapa aos ladrões


A sede da Junta de Freguesia de Santo Onofre foi assaltada na madrugada do dia 9, tendo os meliantes usado uma janela da Rua Vicente Paramos para entrarem no edifício.
Segundo o presidente da Junta, Abílio Camacho o alarme do equipamento público não foi accionado porque havia uma anomalia no sistema e o mesmo estava em reparação por dois dias.
Foi precisamente num desses dias que os oportunistas partiram o vidro da janela e entraram no edifício e roubaram 30 euros em dinheiro que estavam em dois pequenos cofres, um telemóvel, um livro de recibos, uma maquina de calcular, deixando para trás um rasto de desarrumação total, onde nenhuma gaveta ou chaveiros escapou aos assaltantes.
O valor dos prejuízos ascende aos quinhentos euros, sendo este o primeiro assalto que a nova sede da Junta sofre.
A PSP das Caldas esteve no local a recolher eventuais indícios que levem à detenção dos meliantes.

Carlos Barroso

Simulacro dos Bombeiros das Caldas com espectáculo


No passado dia 13 de Setembro, pelas 21horas um veículo ligeiros de passageiros explodiu junto ao edifício da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e matou e provocou ferimentos graves em alguns transeuntes.
Este foi o cenário ensaiado pelos bombeiros das Caldas para exibirem as suas valências que passaram ainda por decorrer combaterem um incêndio no terceiro piso do edifico dos Paços do Concelho.
Este incêndio de grande intensidade levou algumas pessoas que se encontravam numa reunião a refugiarem-se no terraço, estando entre elas os elementos da Protecção Civil Municipal e o vereador da juventude e comércio.
No meio da tragédia ensaiada, duas pessoas não conseguiram escapar e ficaram cercadas pelas chamas. Para resolver este cenário de terrorismo os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha colocaram no terreno oito viaturas e 35 elementos, divididos por várias equipas que empregaram diversas técnicas de salvamento e de combate às chamas.
Na extinção do incêndio ao veículo, foi utilizada espuma e no caso do fogo no edifício água. Ao mesmo tempo entrou no prédio uma equipa de extinção do fogo e uma outra que fez busca e salvamento, resgatando duas vítimas que se encontravam inconscientes no terceiro piso. Entretanto em campo estava já a equipa de resgate que empregou técnicas para salvar as pessoas que ficaram encurraladas no terraço.
No teatro de operações foi montada uma tenda onde decorreu o posto de triagem às vítimas e devido acompanhamento, dos diversos ferimentos antes de serem evacuados para a unidade hospitalar da cidade.
No resultado final das operações o balanço contabilizou oito feridos e dois mortos. Dois feridos foram considerados muito graves, outros dois apresentaram ferimentos graves, enquanto que duas apresentavam apenas ferimentos ligeiros. Houve ainda a registar duas vítimas que saíram pelos seus próprios meios do edifício e que foram assistidas por precaução.
Este cenário montado na Praça 25 de Abril, foi integrado no 113º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha e para o vereador da juventude, novas tecnologias e comércio “foi um exercício interessante”.
“Os bombeiros tiveram um comportamento muito aceitável. Confirmei que os bombeiros estão bem preparados para qualquer situação. E é sempre bom sentir que a corporação das Caldas responde com rapidez e com eficácia”, afirmou Hugo Oliveira, uma das vítimas simuladas e que “estava desorientada no último piso e onde haviam muito fumo”.
Para Pedro Rezendes, comandante dos bombeiros das Caldas da Rainha os aspectos positivos deste simulacro foram “a calma e coordenação” durante as operações de socorro e “a quantidade de pessoas que estiveram a assistir”.
Já a aspectos negativos da instrução, Pedro Rezendes tomou nota de alguns “pormenores técnicos”, que não correram tão bem e que “serão optimizados com mais treino”.
Um desses aspectos mais negativos e que levou alguns populares a comentarem, foi a morosidade no resgate dos feridos no telhado, onde foram utilizadas técnicas de salvamento em grande ângulo e resgate.
“Foram utilizados elementos que habitualmente não trabalham no grupo. Tentamos chamar ao exercício elementos que menos pratica tem, para treinarem”, afirmou.
No entanto, Pedro Rezendes garantiu que numa situação real “tudo teria decorrido em metade do tempo”, já que utiliza os simulacros para “exercícios e demonstrações de equipas”.

Carlos Barroso

Despiste de ambulância da Benedita mata duas pessoas e fere outras duas


Uma jovem grávida e um septuagenário faleceram ao início da tarde do dia 8, na sequência de um desastre com uma ambulância dos Bombeiros Voluntários da Benedita. Outros dois feridos, a filha do septuagenário e o bombeiro que conduzia o veículo, ficaram com ferimentos graves.
Palmira Farelo de 24 anos de idade, grávida, e José Mateus de 70 anos são as duas vítimas mortais do despiste de uma ambulância dos Bombeiros Voluntários da Benedita, ocorrido cerca das 14h15 na auto-estrada A1, próximo de Pombal. A informação foi avançada pelo vereador da Protecção Civil da Câmara de Alcobaça, José Vinagre, que se encontra com outro membro do executivo municipal no Hospital dos Covões, em Coimbra, para onde foram transportados os dois feridos graves resultantes do mesmo acidente.
“A jovem que faleceu residia em Portela Nova, Évora de Alcobaça e foi a uma consulta na Maternidade Bissaya Barreto”, referiu José Vinagre, acrescentando que o septuagenário “reside na freguesia de Turquel”. Os corpos foram transportados para o Gabinete Médico-Legal da Figueira da Foz.
De Turquel é uma outra vítima, Helena Mateus de 42 anos de idade “é filha do senhor que morreu no acidente, e encontra-se gravemente ferida”, adiantou o autarca.
O outro ferido grave do sinistro, Paulo Desidério, o condutor da ambulância e bombeiro voluntário na corporação da Benedita, freguesia onde reside. “Ambos se encontram em estado de coma”, adiantou a mesma fonte.
O comandante dos Bombeiros Voluntários da Benedita, Fernando Fialho, afirmou que o condutor, de 21 anos, “é um bombeiro experiente, que está na corporação desde os 16 anos”.
O acidente ocorreu cerca das 14h15, ao quilómetro 160,6, próximo da área de serviço de Pombal. A ambulância regressava de Coimbra, onde os doentes tinham ido a consultas em unidades hospitalares locais.
Segundo as primeiras causas para o acidente adiantadas pelas Brigada de Transito, “um momento de distracção” do condutor poderá estar na origem deste trágico acidente, uma vez que momentos antes um camião tombou na via, no sentido contrário e o bombeiro ter-se-á chegado demasiado ao limite do raid para se aperceber do estado do sinistrado e perdido o controle da viatura onde seguiam as quatro pessoas. No entanto as causas reais ainda estão por apurar pela BT.

Carlos Barroso

Condução defensiva para transporte de crianças nas Caldas


Inserido no Plano de prevenção e sensibilização do Governo Civil de Leiria para 2008 e 2009, “Crianças, Sempre em Segurança!”, irá decorrer nos dias 15 e 16 de Outubro, no parque de estacionamento junto aos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha, uma acção de formação de condução defensiva para condutores de transportes colectivos de crianças.
Segundo o governo civil de Leiria, o Transporte Colectivo de Crianças em veículo automóvel “é uma actividade de grande responsabilidade, que envolve riscos específicos e que exige aos condutores uma preparação especial ao nível teórico e prático. O respeito pela lotação do veículo, a utilização de sistemas de retenção para crianças, a existência de um acompanhante adulto para além do motorista, a escolha de locais adequados de tomada e largada, são alguns exemplos de segurança que se devem cumprir, a par de uma formação prática adequada do motorista”.
Tendo em conta a utilidade desta formação prática o Governo Civil de Leiria, em parceria com a Câmara Municipal das Caldas da Rainha e com a Caetano/Toyota, decidiu promover estas acções de formação em condução defensiva para 160 motoristas.
“Os condutores de transportes colectivos de crianças do Distrito de Leiria têm oportunidade de se inscrever e participar gratuitamente nesta acção, e observar e treinar, por exemplo, a instalação de sistemas de retenção para crianças, as travagens e as viragens em situações adversas”, refere a nota.
As inscrições estão abertas até ao dia 3 de Outubro para condutores que fazem o transporte colectivo de crianças ao serviço de Creches, Jardins-de-Infância e Escolas, Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, IPSS’s, Associações Juvenis, Clubes Desportivos, Empresas de transporte de passageiros ou outros.
Cada acção de formação tem a duração de 2 horas, durante a qual os formandos assistem primeiro a uma pequena apresentação teórica sobre técnicas de condução segura e sistemas de segurança activa, e posteriormente, ao volante dos veículos, sempre acompanhados por um monitor, percorrerão 5 exercícios programados.
Com esta iniciativa o Governo Civil pretende “contribuir para aumentar e melhorar as capacidades individuais dos condutores de transporte colectivo de crianças sobre o veículo que conduzem em condições adversas, exercitando situações como travar em piso de aderência deficiente ou desviar-se de um obstáculo surpresa”.
A acção de formação ficará a cargo da Escola de Condução Defensiva e Activa “Manobras Paralelas” e conta ainda com os apoios da Liberty Seguros, do Grupo Dekra e do E.Leclerc.

Carlos Barroso

Caldenses apanhados no aeroporto com 51 mil doses de droga


Os três homens detidos no passado dia 12 de Setembro no aeroporto de Lisboa com 5,1 quilos de cocaína pura vão aguardar julgamento em prisão preventiva.
Os arguidos foram ouvidos durante a tarde de sábado por um juiz de instrução criminal no Tribunal Judicial de Leiria, que determinou ao grupo, indiciado do crime de tráfico de estupefacientes, a medida de coacção mais gravosa.
Os indivíduos, com idades entre os 29 e 35 anos, residentes em Alcobaça e Caldas da Rainha, regressavam do Brasil quando foram interceptados por inspectores do Departamento de Investigação Criminal de Leiria da Polícia Judiciária (PJ).
Segundo uma fonte deste departamento, os detidos, sob os quais pendiam “suspeitas policiais no âmbito do tráfico de estupefacientes”, seriam responsáveis pela introdução de “cocaína pura” naqueles concelhos e restante zona Oeste.
O estupefaciente apreendido permitiria a confecção de pelo menos “51 mil doses”, referiu ainda fonte da PJ, acrescentando que a investigação deste caso “demorou cerca de um mês”.

Carlos Barroso

Ladrões de cobre das caldas deixam para trás mercadoria


Os militares da GNR das Caldas da Rainha recuperaram na madrugada de sábado um Renault Clio de dois lugares onde estavam cerca de 130 quilos de fio eléctrico em cobre.
Os soldados foram alertados por um popular que viu os meliantes a roubarem o material em cobre na zona da aldeia das Cruzes, tendo de seguida, sido montado um dispositivo militar com vista à captura dos ladrões.
Este cerco à área apenas traduziu frutos na recuperação do veículo ligeiro de mercadorias, que foi abandonado em Salir de Matos com a mercadoria. Na mala traseira estava o fio eléctrico e uma tesoura que deverá ter sido utilizada para consumar o roubo.
A viatura ficou apreendida, aguardando as autoridades, que a mesma seja reclamada já que não consta como furtada.

Carlos Barroso

Perfumaria das Caldas assaltada


A perfumaria Charme, situada na Rua Heróis da Grande Guerra foi assaltada por um grupo de pelo menos três encapuzados e vestidos com luvas, na madrugada do dia 11 de Setembro.
Segundo uma testemunha que anotou a matrícula à viatura dos assaltantes de cor vermelha, os meliantes vinha de cara tapada e usavam luvas brancas e transportavam sacos carregados de perfumes que tinham retirado da loja.
“Ouvi um grande estrondo quando partiram a porta da frente. Eram pelo menos três e entraram a toda a velocidade e saíram assim como entraram com os sacos cheios. Vinham de cara tapada e com umas luvas brancas”, descreveu a testemunha.
O assalto, segundo a PSP terá acontecido pelas 2h45, e quando os agentes chegaram ao local, já os assaltantes tinha iniciado a fuga, deixando para trás “uma porta arrombada, e no exterior espalhados pelo chão batons, perfumes e panos”.
Depois de terem recolhido os dados da testemunha, os agentes vieram a confirmar que a viatura utilizada pelos meliantes era de cor branca, ou seja, que tinha utilizado uma matrícula falsa.
Pelo meio foram encetadas diversas diligências, tendo uma delas, dado frutos, uma vez que a Brigada de Trânsito (BT-GNR) de Torres Vedras, recuperou o veículo com os perfumes, furtados na zona de Torres Vedras.
O veículo ligeiro de passageiros constava para apreender, porque havia sido furtado em Massamá, Queluz o mês passado.
Segundo Cilita Sousa, a proprietária da perfumaria Charme, que não soube precisar o valor dos prejuízos nem a quantidade dos artigos roubados, os assaltantes retiraram material de três dezenas de prateleiras e expositores da loja.
Por contabilizar fica também o valor da porta, da limpeza ao espaço e de pelo menos um dia de portas fechada.
Este foi o primeiro grande assalto à loja, uma vez que o estabelecimento já teve duas tentativas de assalto.
De referir também que apesar de não se saber o valor do perfumes roubados, os amigos do alheio levaram essencialmente perfumes das marcas Channel, Dior, Calvin Claine, em diversas embalagens, algumas das quais com o valor comercial de 150 euros.

Carlos Barroso

Centro Juventude das Caldas com actividades


As aulas do Centro de Dança e do Centro de Música, encontram-se abertas no Centro da Juventude das Caldas da Rainha, referentes ao ano lectivo 2008\2009
Os interessados em Dança do Ventre Iniciação e Nível II, Escolinha do Centro Iniciação e Nível II, Hip-Hop, Break Dance, Ritmos Africanos, Yôga, Classes de Correcção Postural, Vital Dance, Localizada, Tango Argentino, podem apreender a actividade, inscrevendo-se no secretariado do Centro daq Juventude.
De igual modo, os interessados em ter Formação Musical, canto, guitarra eléctrica, baixo, guitarra acústica, bateria, flauta, piano e órgão poderão reservar já o seu lugar.
O Centro da Juventude tem ainda reservas abertas para quem quiser frequentar o Centro de Explicações.
Porém a grande novidade deste ano, é o novo Centro de Artes, onde os interessados podem aprender a Pintura e o Teatro.

Carlos Barroso

Buscas teminadas ao largo de Peniche

A Marinha terminou no passado dia 8 de Setembro as buscas para tentar encontrar os ocupantes de um veleiro, alegadamente desaparecido no dia 7 ao largo de Peniche e suspeita de falso alerta.
Fonte das relações públicas da Marinha informou à agência Lusa que após o alerta dado através do 112 foram accionados “todos os meios com vista ao salvamento” que incluíram uma corveta, uma lancha de fiscalização e um aviocar da Força Aérea.
De acordo com a mesma fonte não se confirmaram as informações dadas por quem comunicou o desaparecimento do veleiro.
“Não foram encontrados quaisquer indícios de afogamento e não se conseguiu voltar a contactar para o número de telemóvel que deu o alerta”, informou a Marinha.
O alerta dava conta do desaparecimento de um veleiro, que seria do porto de Leixões, mas a Marinha apurou que não existe nenhuma embarcação com o nome que foi descrito.

Carlos Barroso

Burros à solta provocam caos nas Caldas


Um condutor de uma mota de alta cilindrada ficou ferido com alguma gravidade e um burro ficou com várias fracturas na pata traseira esquerda, é o resultado de um insólito acidente rodoviários que envolveu vários animais e viaturas, ao início da madrugada do dia 12 de Setembro.
Quatro burros do circo Luftman, que está montado junto à Expoeste, fugiram e provocaram o verdadeiro sobressalto a pelo menos três condutores que seguiam no viaduto junto ao Modelo.
“Vinha sossegado no carro e de repente vi quatro burros desalmados a subir o viaduto de frente para mim. Tentei desviar-me. Travei a fundo para não bater nos burros e nos carros que vinha ao meu lado, mas não consegui e bati num burro”, contou o condutor do Ford, o carro mais afectado.
“O bati no burro do lado esquerdo e depois ouvi uma mota que bateu nos dois veículos do lado direito e depois no meu carro. O condutor da mota acabou projectado perto de trinta metros”, descreveu o rapaz com 23 anos de idade.
“O burro ferido ficou no local e os outros três burros foram resgatados pelos responsáveis do circo”, acrescentou.
Já a condutora de 19 anos de idade e que seguia ao volante de um Fiat Punto, disse que quando viu quatro burros na estrada, travou porque “estavam a ocupar as duas vias. O carro que vinha ao meu lado é que bateu num burro enquanto que o rapaz da mota tentou passar pelo meio dos três carros e bateu”, explicou a condutora.
Segundo um dos responsáveis do circo, os animais fugiram em circunstâncias que estão por apurar, mas as autoridades foram alertadas, a quando da sua fuga.
Na altura em que os quatro burros, com cerca de oito anos de idade e que foram adquiridos na Alemanha, o circo estava em plena laboração e daí que nenhum dos funcionários tenha seguido no encalço dos animais. Pouco tempo depois os elementos do circo, souberam do acidente e acorreram ao local para resgatar três burros, inicialmente, uma vez que um ficou com a pata traseira ferido e necessitou da intervenção de uma veterinária que passava casualmente no local.
Os quatro burros, são amestrados e fazem parte de um número do Circo Luftaman, que depois do sucedido, acabou por não exibir o número dos animais.
O condutor da mota, de 23 anos de idade foi o único a ser evacuado para o hospital de Caldas, pelos bombeiros das Caldas, que compareceram, cerca das 1h19 com três viaturas e sete elementos.
A PSP esteve no local e encerrou a faixa de rodagem onde se deu o acidente, no sentido nascente este-oeste, enquanto que controlou o condicionamento do tráfego automóvel na outra faixa de rodagem oposta ao acidente.
De realçar, que antes do burro ser tratado pela veterinária e ser evacuado do local, o animal recebeu os cuidados de socorro possíveis por parte dos soldados da paz, nomeadamente no estancamento do sangue da fractura na pata traseira, atenuando desse modo o sofrimento do animal.

Carlos Barroso

Acidente no Bom Sucesso



Danos materiais são o resultado de mais um acidente no cruzamento de acesso à Aldeia dos Pescadores no Bom Sucesso.
Este foi o quarto acidente no espaço de seis semanas, num cruzamento que já é considerado como “zona fatídica do Bom Sucesso”.
O último acidente teve lugar no dia 10 e no local permanece o poste de telefone, que foi cortado por um anterior acidente.
Esse utensílio de comunicações do Bom Sucesso ainda permanece amarrado com fios, cordas e fitas adesivas.
Segundo a comissão de moradores do Bom Sucesso e Protecção de Linhas de Água, “a obstinação da Junta de Freguesia do VAU em não recolocar as lombas que existiram antigamente naquele sítio, está a causar um mau estar profundo na população, uma vez que este tipo de protecção é utilizado no Vau, mais recentemente no Arelho e noutros empreendimentos limítrofes, para total satisfação de todos”.
“Fartos de tantas reclamações que não tem merecido a devida atenção, vamos enviar às autoridades responsáveis, uma exposição com todos os documentos atestando a incapacidade da Junta de Freguesia em assumir a sua missão a nível de protecção das pessoas, responsabilizando-a penalmente por tais acidentes e suas consequências, uma vez que a população, ao insistir nas lombas, reconhece que é a única forma eficaz de obrigar os condutores a reduzirem a velocidade”, referem no documento enviado à nossa redacção.

Carlos Barroso

quinta-feira, setembro 11, 2008

terça-feira, março 11, 2008

Ciclista na A8


Um cidadão francês foi apanhado a circular na A8, perto da saída de Óbidos pela patrulha da Brisa que vigia a auto Estradas do Atlântico.
O caso insólito aconteceu perto das 12h50 quando o homem de meia-idade foi avistado por alguns automobilistas que avisaram os serviços de patrulha, que o encaminharam para a saída de Óbidos, no dia 28 de Fevereiro.
O homem, bem disposto manifestou que tem vindo a fazer tour do mediterrâneo, tendo vindo da Lourinhã em direcção ao norte do país.
Ficou surpreendido com o aparato, mas depois ficou a saber que circulava numa auto-estrada. Felizmente não provocou nenhum acidente e os vigilantes foram rápidos a agir.

Carlos Barroso

Centro Cultural e de Congressos é o nome escolhido


A vereadora da cultura, Maria da Conceição, garantiu em primeira mão ao FOTONEWSOESTE, à margem do aniversário dos Pimpões, que Carlos Mota “ainda não assinou, mas está contratado” para gerir em conjunto com José Ramalho, o Centro Cultural e de Congressos (CCC), o nome entretanto também escolhido para aquele equipamento.
A também vice-presidente da Câmara garantiu ao nosso jornal que Fernando Costa presidente da Câmara das Caldas, está a desenvolver esforços no sentido de trazer, José Sócrates, primeiro-ministro e Cavaco Silva, presidente da Republica, para a inauguração do CCC e para as Festas da Cidade das Caldas da Rainha, no próximo 15 de Maio.
“O senhor presidente da Câmara está a desenvolver contactos no sentido de ter cá o senhor primeiro-ministro e o senhor presidente da Republica, ou pelo menos um deles, mas ainda nada está garantido”, apontou.
Entretanto, desde Dezembro que Carlos Mota trabalha para a formação da equipa do CCC e na programação, esperando a autarca que “no início de Março toda a equipa esteja formada com técnicos de som e luz”, onde devem aparecer vários jovens ligados à ESAD e à cidade das Caldas.
Já foi também entregue ao Atelier Henrique Caiate a elaboração do logótipo do CCC e do site e da respectiva documentação.
O director técnico do CCC será, José Ramalho, que já está a entrevistar os candidatos a emprego, estando também já incorporadas “algumas pessoas ligadas à Câmara Municipal” que transitaram para o novo equipamento cultural.
“Já temos programação muito bem planeada que abrange Maio até ao final do ano, com Maio, Junho e Julho fechados”, admitiu.
Maria da Conceição espera também começar a trabalhar já no mês de Março no edifício do CCC, onde poderá acontecer a apresentação pública de toda a equipa do CCC, durante o mesmo mês.
O equipamento técnico está a ser entregue, e está ser controlado e verificado pelos serviços técnicos da Câmara, mas também através da adjudicação ao Instituto Politécnico do Porto que “faz a verificação e inventariação de todo o material técnico”.
“Estamos a tratar do parque de estacionamento, estamos a tratar da concessão do café concerto com algumas pessoas a recorrerem à Câmara para saberem como podem concorrer e até já foram visitar as instalações. As coisas estão a andar e embora não haja assinaturas as pessoas estão a trabalhar”, assegurou também a administradora do CCC.
Pelo que nos apercebemos, nas declarações de Maria da Conceição, há uma mutua confiança entre o Carlos Mota, José Ramalho e a vereadora da cultura, que lançou a ideia de que poderá vir a ser criada uma empresa municipal para gerir o CCC, embora para já, esteja agregada à sua gestão inicial a ADIO, que é presidida pela vice-presidente da Câmara.
“Para já será a ADIO a gerir nesta fase, mas depois poderemos criar uma empresa municipal ou uma associação, ou até deixarmos tudo como está e continuar a ADIO a gerir o CCC”.
Para ter a certeza que tudo correrá bem, Maria da Conceição anunciou também o contrato com uma empresa de contabilidade para “nos ajudar nas contas do CCC, porque queremos tudo transparente, tal como está previsto a criação da central de custos da ADIO”.
“Em qualquer molde haverá sempre com uma central de custos autónoma que dará os custos de cada espectáculo e as receitas para sabermos como vai a vida e vivência do CCC”, garantiu.
Para já a equipa prepara um evento para a noite de 14 de Maio, além de haver o concerto com uma banda ainda não definida na Praça 25 de Abril.
Além disso a administradora do CCC está a desenvolver contactos com o comendador Joe Berardo para que seja uma das suas colecções a inaugurar a sala de exposições do equipamento cultural das Caldas.
“Não queremos inaugurar em grande, mas queremos que dignifique as Caldas da Rainha, e sejamos ambiciosos com algum equilíbrio. José Ramalho e Carlos Mota têm essa noção e por isso a dificuldade em arranjarmos a programação. A dificuldade aumenta neste campo”, destacou Maria da Conceição.

Carlos Barroso

Caldas vence a Ramalhosa em escolas

Futebol 7
Escola “B”

Caldas: 5 vs Ramalhosa: 2

Caldas: Miguel Santos, Miguel Horta, Martim Madureira, Pedro Costa, Luís Amiguinho, Bruno Coto, Rafael Cerejo, João Silva, André Fortunato, André Paulo, Rodolfo Adriano, Tiago Sábio, Tomás Benjamin e Alexis Guintini.
Treinador: Vítor Ferreira
Adjunto: André Ferreira
Delegado: João Santos, Pedro Costa e Samuel Benjamin

Ramalhosa: Edgar Morais, Cláudio Costa, Simão Branco, Francisco Vicente, Leandro Ribeiro, Rafael Marques, Pedro Fialho e Marcelo Costa.
Treinador: Carlos Jorge
Delegados: João Valentim e Wilson Cruz

Marcadores: Pedro Costa (1), Bruno Coto (1), Tiago Sábio (3), Cláudio Costa (1) e Pedro Fialho (1).

A formação orientada e disciplinada por Vítor Ferreira venceu a equipa vizinha da Ramalhosa pela margem de três golos, fruto do empenho dos atletas durante a primeira parte.
Foi mesmo durante o primeiro tempo que os atletas do Caldas foram avassaladores e dominantes, levando a equipa para o intervalo com uma margem confortável para o descanso, com os golos a sucederem-se com naturalidade.
Na etapa complementar a história foi outra, com grande descontracção dos atletas da casa e mais dedicação dos jogadores visitantes. A Ramalhosa que queria a todo o custa apontar o seu golo de honra, acabou por conseguir apontar dois graças ao recuo demasiado da formação das Caldas, que assim consentiram os tentos.
Antes disso há ainda a registar uma grande exibição do guardião Edgar Morais da Ramalhosa que impediu que a vantagem não fosse mais dilatada. Do lado do Caldas, Miguel Santos foi um espectador durante a primeira parte, mas na segunda, com a troca por João Silva, o guardião teve de se aplicar para não sofrer golos. De destacar que os dois consentidos o guardião caldense não teve qualquer hipótese de defesa.

Carlos Barroso

Alcobaça venca Caldas em escolas

Escolas “A” Sub 11

Caldas: 1 vs Ginásio: 4

Caldas: Daniel Sousa, Telmo Capitaz, Énio Pais, Rafael Paulo, João Santos, Ruben Tavares, Emanuel Coito, Ricardo Clérigo, José Dinis, Fábio Furtuoso, Afonso Costa, Márcio Couto, Henrique Henriques e Bernardo Custódio.
Treinador: Vítor Henriques
Adjunto: Hilário Guerreiro
Delegados: Jorge Henriques e José Pereira

Ginásio de Alcobaça: Ricardo, André Cordeiro, Carlos Pereira, Francisco Contente, Eduardo Cordeiro, João Ramos, Henrique Cordeiro, Miguel Duarte, Sandro Ferreira, Pedro Almeida, Jorge Santos e Luís Pimentel.
Treinador: Filipe Faria
Delegado: João Coelho

Marcadores: Márcio Couto (1), André Cordeiro (1), João Ramos (2) e Pedro Almeida (1).

A equipa do Ginásio de Alcobaça deslocou-se ao terreno do Caldas para vencer e dominar a equipa da casa, com especial destaque para o seu atleta Sandro Ferreira que joga acima da média dos outros jogadores do mesmo escalão, mesmo sem apontar um único golo, assistiu por três vezes os seus colegas de equipa.
O encontro está mesmo marcado por um Ginásio com Sandro Ferreira e com esse atleta, já que durante a primeira parte os forasteiros dominaram a seu belo prazer com o esquerdino de Alcobaça a fazer mossa por várias vezes no último reduto do Caldas. No segundo tempo, com o resultado a três bolas a zero, o treinador do Ginásio fez descansar o seu melhor atleta e foi nessa altura que o Caldas cresceu mais um pouco e até apontou o seu único golo.
Com este andamento, o técnico Filipe Faria fez entrar Sandro Ferreira, que apesar de ter sido marcado com mais adversários, ainda consegui descobrir, com um passe do seu belo pé esquerdo, Pedro Almeida fixar o resultado final e acabar com o jogo.

Carlos Barroso

Blue Motion testado


A convite do FOTONEWSOESTE e do concessionário Volkswanger para a região, Florescar, o enfermeiro Paulo Francisco, a titulo particular testou a nova versão Blue Motion do Golf.
Este profissional da saúde afirmou no final de 24 horas ao volante do Volkswanger Blue Motion que testou “um veículo óptimo porque reúne as condições de preço qualidade na perfeição”.
O também enfermeiro da viatura VMER das Caldas da Rainha enalteceu o facto da Volkswanger ser “uma marca com boas qualificações” e prova disso é o facto do Golf Blue Motion o ter deixado “bastante agradado”.
“Tem uma resposta de motor extraordinária, em termos de comodidade e posição de condução e versatilidade é um carro muito bem conseguido”, sublinhou o também enfermeiro da urgência pediátrica do Hospital das Caldas da Rainha.
“De uma maneira geral fiquei satisfeito com o consumo, porque dos mais de cem quilómetros que fiz, com vários tipo de condução, no final resumiu-se a um consumo, muito, muito, muito agradável. Fiquei impressionado com o carro”. Concluiu Paulo Francisco.
A marca Volkswanger lançou recentemente uma versão Blue Motion, onde as viaturas além de apresentarem uma economia substancial em termos de consumo de combustível e de redução de emissões de CO2 para a atmosfera, destacam o novo espírito da marca.
A maioria das ideias para reduzir consumos passa pela optimização dos motores actuais. Entre os muitos programas de redução de CO2 encontra-se o BlueMotion da Volkswanger, com o qual a marca alemã diz conseguir uma redução de 12 por cento nas emissões, mas também no consumo de combustível.
Na prova que o FOTONEWSOESTE realizou, o resultado alcançado num percurso de estrada e auto-estrada o consumo optimizado rondou os 4,5 litros na velocidade recomendada. No nosso cenário urbano o resultado subiu para os 7 litros. Reproduzindo a metodologia da norma que determina o consumo combinado, os valores descem para os 5,7 litros. Mas se andáramos com o contributo positivo de um indicador da mudança correcta colocado no painel de instrumentos, a economia é maior, porque conseguimos optimizar as capacidades do motor.
Este veículo está disponível na Florescar, na Estrada do Lavradio, concessionário Volkswanger, para teste e mais detalhes.

Carlos Barroso

domingo, março 09, 2008

A ASAE deveria de fiscalizar chineses


Num jantar que teve a participação de empresários industriais, alguns comerciantes e muitos políticos, o professor Daniel Bessa, a convite da AIRO falou do estado da economia nacional e quais as potencialidades regionais e nacionais no sector do comercio e da industria.
Antes mesmo de falar de soluções, o presidente da Câmara das Caldas, Fernando Costa defendeu que a crise na indústria da cerâmica se deve à falta de fiscalização por parte da ASAE.
“Se a ASAE e o Governo fiscalizassem e exigissem aquilo que exigem às indústrias de cerâmica nacionais não havia crise”, afirmou.
“Quando é que as autoridades nacionais, quando é que a ASAE começa a ver os níveis de chumbo na faiança estrangeira e não são admissíveis nos produtos nacionais. Se há concorrência desleal, quando é que fiscaliza aquilo que entra em Portugal e se exige aquilo que entra em Portugal ao que se produz aqui. De outra forma há concorrência desleal”, argumentou ainda.
O autarca questionou se é a globalização que prejudica o mercado, ou se é que “não há as mesmas regras nas exigências ao industrial português e por isso não tem condições de concorrer”.
“Os chineses e outros países não pagam o tratamento das águas, dos lixos, não tem problemas em contaminar rios, não tem problemas em usar produtos há muito banidos da produção nacional”.
“Se o Estado português não fizer uma fiscalização apertada ao mesmo nível daquilo que faz aos produtores nacionais, creio que a industria e a cerâmica vai continuar a ter problemas”, insistiu.
Sobre este assunto, Daniel Bessa declarou que “Portugal tem a obrigação de não deixar entrar no território a cerâmica que não corresponde aos exigidos à cerâmica nacional. É uma vergonha. Temos um Estado grande e fraco, porque impõem parâmetros ambientais e depois não os põem aos produtos que entram. Deveriam de impor essas regras também às superfícies que vendem essa cerâmica e esses produtos”.
O antigo ministro da economia no semestre de Outubro de 95 a Março de 96, considerou ainda que “há um problema sério de consumo energético, porque a cerâmica é muitíssima dependente da energia e acho que é inaceitável que o sector da cerâmica está a ser penalizado com o preço da energia”.
Outro dos assuntos trazidos à conversa numa pergunta simples e directa foi a do empresário da hotelaria, Azimbhai Momade Ali que quis saber a opinião de Daniel Bessa, sobre onde o Oeste vai por o dinheiro por ter perdido o aeroporto.
O economista declarou taxativamente que: “nunca vi uma questão tão bem resolvida e tão depressa. É como os outros, têm um preço. Foi uma coisa bem resolvida”, criticou ao mesmo tempo que toda a plateia sorria.
Sem ter dados concretos da actividade do Oeste, Daniel Bessa sempre aconselhou a que os responsáveis políticos locais a potenciarem, “sobretudo na sua faixa litoral do Oeste, onde há um enorme potencial de construir um sector de turismo, virado para segunda residência”. Também a construção de unidades de saúde distribuídas pelo território, de serviços, de agropecuária, de cerâmica, de calçado, de metalomecânica e de outras actividades económicas são apostas de Daniel Bessa para o Oeste que deveria ter em conta nas negociações com o Governo, porque “há potencial para muitas coisas neste território”.
Quanto à parte do comércio, e sabendo que existe uma Associação de Comerciantes, perguntamos a Ana Carneiro Pacheco o porquê da utilização desse slogan, sabendo que preside uma Associação de Industriais. A dirigente justificou, no final da reunião, que o aproveitamento do slogan até aqui usado apenas pela ACCCRO, foi “porque achamos que no título ficava mais atraente com Comércio Tradicional por ser quase uma marca. Foi uma maneira de trazer as pessoas”, desdramatizando o factor de retirar associados à ACCCRO, embora na sede da AIRO esteja também um gabinete ao comerciante e não ao empresário.
Ana Carneiro Pacheco confirmou que “há uma sã convivência entre a ACCCRO e a AIRO”, defendendo que o Gabinete do Apoio ao Comerciante na Expoeste, “está ali porque a ACCCRO não quis participar. Não era prático ser na sede da ACCCRO pelo estacionamento e a Câmara como parceira, entendeu que seria na Expoeste e eu acho muito bem”.
A presidente da AIRO, acha mesmo que “seria uma estupidez meter-se em terrenos da ACCCRO”, admitindo que “tudo aquilo que faço é no âmbito da abertura da lealdade”.
Ana Carneiro Pacheco justificou ainda que “estava um lugar na mesa para o Dr. João Frade, (presidente da ACCCRO) e ele confirmou a sua presença, mas parece que teve um problema de saúde e não veio”.
Contactado, João Frade, este confirmou a sua indisposição por motivos de gripe.
Quanto aos assuntos defendidos por Daniel Bessa para o futuro do comércio, o economista defendeu a autenticidade dos cidadãos.
“O Domingo não é o dia para se ir aos supermercados. Era para ir passear e ficar na rua a visitar os amigos e visitar os jardins. Actualmente é um Domingo triste, porque as pessoas metem-se num supermercado. Fazia sentido fechar tudo numa escolha de um modo de vida. Fechar uns e abrir outros é tapar o sol com a peneira porque não tem consistência e não é autêntico”.
“Não somos muito consistentes porque temos lágrimas pelo pequeno comércio mas lá vamos comprar nos hipermercados”, criticou.
O orador afirmou mesmo que falta “exercer a cidadania”, justificando que “faz-nos bem dizer aquilo que pensamos sem termos o propósito de ofender alguém. Devemos fazer escolhas que são necessárias e bem feitas se dissermos aquilo que pensamos”.
Comentando a entrado do euro na economia nacional, Daniel Bessa referiu que “o país deixou ir a inflação aos 30% e deixou a redução dos salários em 17%. Eu admiro o professor Cavaco Silva, mas uma parte do sucesso do seu Governo, combativo economicamente, deve-se ao professor Hernâni Lopes que lhe deixou uma economia muito barata, com custo baixos, exportando mais e com um nível de vida baixo e importando pouco. Isso acabou e durante os anos 90 a economia encareceu muitíssimo”.
Daniel Bessa apontou mesmo que o mesmo euro na Alemanha “o custo está hoje 5% mais barato do que estava à oito anos atrás. Por outro lado a Espanha é dos maiores problemas que Portugal tem, porque está mais cara 50% e quer exportar”.
O orador acha que a economia espanhola “vai sofrer uma paragem violentíssima”, admitindo que “o que correu bem a Portugal foi a economia espanhola ter crescido a 3 e a 4% ao ano e abriu mercado. Acho que nós cometemos o mesmo erro e que temos vindo a corrigir desde 2001. Os erros fundamentais foram cometidos durante os anos 90”, afirmou, destacando que “a partir de 95 foram cometidos erros muito graves e sérios”.
Daniel Bessa deixou ainda como dado que “Portugal come mais 10% do que aquilo que produz e a União Europeia paga 1/3 disso, mas continuamos a ser uma formiga da Europa. Vivemos mal com o euro e encarecemos muito com o euro e temos vindo a pagar esse erro. Não soubemos viver com o euro nos primeiros anos”, admitiu.
Daniel Bessa concluiu dizendo que “o Choque Tecnológico foi uma ideia feliz do engenheiro José Sócrates, mas a ideia de um Choque de Gestão pronunciada pelo Dr. Santana Lopes também foi uma ideia feliz e que o país precisa”.

Carlos Barroso