Num exercício de resgate em grande ângulo, nas falésias do Cabo Carvoeiro, os bombeiros voluntários de Peniche apresentaram um sistema inovador que facilita o salvamento em arribas.
O “Afastador”, assim se chama a peça, é um mono pé, em detrimento do tripé utilizado para resgatar vítimas de quedas em falésias e arribas.
“É um sistema inovador que vimos numa revista um semelhante e idealizamos este para nós porque um seria muito caro para a corporação”, afirmou o chefe do Grupo de Resgate dos Bombeiros Voluntários de Peniche, (GRBVP) José Alexandre.
“O sistema que vimos na revista não é igual a este. É similar porque este tem mais coisas do que aquele que vimos na revista. Este tem duas roldanas e o da revista tem apenas uma. O outro é uma vara apenas e este tem dois afastadores, um em cima e outro em baixo que faz de cabo de segurança”, explicou José Alexandre.
O Afastador funciona depois de feitos quatro furos numa superfície dura e consistente, rocha dura ou numa parede, onde são aplicadas as buchas que são aparafusadas. Ainda assim são colocadas cintas no Afastador como medida de segurança.
Em termos de recuperação das vítimas e do pessoal que faz o salvamento, o Afastador “é mais rápido e mais seguro porque o cabo não vem a rosar na rocha”.
Para se ter uma noção da rapidez, o sistema ficou operacional mais depressa que o tradicional tripé utilizado pelas outras equipas e ainda foi conseguido resgatar duas supostas vitimas enquanto que os outros grupos com o sistema antigo e tradicional apenas resgataram uma.
O sistema de mono pé de salvamento, “ainda não salvou qualquer civil”, no entanto num exercício um dos onze elementos que compõem este GRBVP, aleijou-se num pé e o mesmo foi resgatado pelos colegas com o recurso ao Afastador.
A equipa do GRBVP treina, uma a duas vezes por mês com este aparelho, que já tem seis meses na corporação e que foi construído com o auxílio de uma empresa de Peniche, depois de desenhado o sistema por um elemento do grupo.
Para o comandante operacional da zona três do distrito de Leiria e comandante dos Bombeiros do Bombarral, Pedro Lourenço, achou o Afastador “muito eficaz”, realçando que o mesmo “foi desenvolvido pelos bombeiros de Peniche” e por isso enaltece “a excelente obra de engenharia”.
Para Pedro Lourenço a ideia dos bombeiros de Peniche, reflecte-se na necessidade dos bombeiros terem de preparar os equipamentos que necessitam para as missões que tem de executar.
“Peniche com as arribas que possui, desenvolveu aquele equipamento e muito bem. O mesmo poderá ser seguido por outros corpos de bombeiros”.
Quanto à razão de ser do exercício na área do grande ângulo, Pedro Lourenço destaca o aproveitamento das potencialidades da costa de Peniche para desenvolver as diversas técnicas que há no resgate em grande ângulo.
“A necessidade de fazer este treino em conjunto serviu para uniformizar as técnicas e haver um conhecimento mútuo das técnicas de cada um dos grupos de resgate dos corpos de bombeiros”.
Por outro lado os elementos dos corpos de bombeiros, “cada vez mais tem de ter um trabalho de conjunto entre eles e havendo esse conhecimento, garantidamente que as coisas correm de uma forma mais positiva”, destacou.
No treino conjunto estiveram oito corpos de bombeiros, Bombarral, Óbidos, Peniche, Alcobaça, Pataias, Caldas, Nazaré e Benedita, que foram divididos por cinco equipas que efectuaram cinco salvamentos, com excepção de Peniche que vez um a mais.
O “Afastador”, assim se chama a peça, é um mono pé, em detrimento do tripé utilizado para resgatar vítimas de quedas em falésias e arribas.“É um sistema inovador que vimos numa revista um semelhante e idealizamos este para nós porque um seria muito caro para a corporação”, afirmou o chefe do Grupo de Resgate dos Bombeiros Voluntários de Peniche, (GRBVP) José Alexandre.
“O sistema que vimos na revista não é igual a este. É similar porque este tem mais coisas do que aquele que vimos na revista. Este tem duas roldanas e o da revista tem apenas uma. O outro é uma vara apenas e este tem dois afastadores, um em cima e outro em baixo que faz de cabo de segurança”, explicou José Alexandre.
O Afastador funciona depois de feitos quatro furos numa superfície dura e consistente, rocha dura ou numa parede, onde são aplicadas as buchas que são aparafusadas. Ainda assim são colocadas cintas no Afastador como medida de segurança.
Em termos de recuperação das vítimas e do pessoal que faz o salvamento, o Afastador “é mais rápido e mais seguro porque o cabo não vem a rosar na rocha”.
Para se ter uma noção da rapidez, o sistema ficou operacional mais depressa que o tradicional tripé utilizado pelas outras equipas e ainda foi conseguido resgatar duas supostas vitimas enquanto que os outros grupos com o sistema antigo e tradicional apenas resgataram uma.
O sistema de mono pé de salvamento, “ainda não salvou qualquer civil”, no entanto num exercício um dos onze elementos que compõem este GRBVP, aleijou-se num pé e o mesmo foi resgatado pelos colegas com o recurso ao Afastador.
A equipa do GRBVP treina, uma a duas vezes por mês com este aparelho, que já tem seis meses na corporação e que foi construído com o auxílio de uma empresa de Peniche, depois de desenhado o sistema por um elemento do grupo.Para o comandante operacional da zona três do distrito de Leiria e comandante dos Bombeiros do Bombarral, Pedro Lourenço, achou o Afastador “muito eficaz”, realçando que o mesmo “foi desenvolvido pelos bombeiros de Peniche” e por isso enaltece “a excelente obra de engenharia”.
Para Pedro Lourenço a ideia dos bombeiros de Peniche, reflecte-se na necessidade dos bombeiros terem de preparar os equipamentos que necessitam para as missões que tem de executar.
“Peniche com as arribas que possui, desenvolveu aquele equipamento e muito bem. O mesmo poderá ser seguido por outros corpos de bombeiros”.
Quanto à razão de ser do exercício na área do grande ângulo, Pedro Lourenço destaca o aproveitamento das potencialidades da costa de Peniche para desenvolver as diversas técnicas que há no resgate em grande ângulo.
“A necessidade de fazer este treino em conjunto serviu para uniformizar as técnicas e haver um conhecimento mútuo das técnicas de cada um dos grupos de resgate dos corpos de bombeiros”.
Por outro lado os elementos dos corpos de bombeiros, “cada vez mais tem de ter um trabalho de conjunto entre eles e havendo esse conhecimento, garantidamente que as coisas correm de uma forma mais positiva”, destacou.
No treino conjunto estiveram oito corpos de bombeiros, Bombarral, Óbidos, Peniche, Alcobaça, Pataias, Caldas, Nazaré e Benedita, que foram divididos por cinco equipas que efectuaram cinco salvamentos, com excepção de Peniche que vez um a mais.
Carlos Barroso
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