Atribuída ao Centro de Formação Profissional para a Industria da Cerâmica - Cencal
Dezembro de 1981 – Assinado o protocolo de criação do CENCAL em cerimónio presidida pelo Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional
1982 - Realiza-se o 1º curso do Cencal para Encarregados de Empresas cerâmicas.
1983 - Realiza-se o primeiro curso de Modelação Cerâmica em instalações provisórias nos pavilhões do parque.
Outubro 1985 – Abertura do novo edifício construído na Estrada da Foz e início dos primeiros 3 cursos de Pintura Cerâmica, Ceramista Industrial e Modelação Cerâmica no edifício do Cencal. Primeiro intercâmbio internacional com a vinda do designer finlandês Leo Niklander, consultor das Nações Unidas para o Desenvolvimento e ex-designer da Arabia e da Tato Corrugating Plant no Projecto UNCTAD/GATT - ICEP - Projecto em Design de Embalagem.
1986 - Inicia-se a área de Madeiras (Marcenaria) no Cencal. Realização da primeira acção Jovem Designer em colaboração com o ICEP tendo comoconidada a designer espanhola Isabel Tapia. Primeiira visita internacional do CEDEFOP de um grupo de estudos com elementos de vários países europeus. Visita de estudo dos alunos da Escola de Cerâmica de Madrid (Espanha).
1987 - Alteração da designação do Cencal, de Centro Protocolar de Formação Profissional de Caldas da Rainha para Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica
1988 - Realização do 1º curso de Modelação na zona Centro (Águeda)
1988 - Realização da primeira acção de CAD/CAM
1989 - Realização dos primeiros cursos de Modelação em Barcelos, Coimbra, Aveiro e Alcobaça
1989 - Início do 1º curso de Olaria de Roda com o João Reis e do primeiro curso de Cerâmica para Designers
1991 - Elaborada a primeira portaria sobre o sistema de Aprendizagem para o sector Cerâmico que permite realizar os primeiros cursos com dupla certificação escolar e profissional.
1991 - Iniciam-se as primeiras acções de formação para a cerâmica estrutural em colaboração com a APICC.
1991 - É realizado o primeiro curso de Pintura Cerâmica em colaboração directa com a Vista Alegre.
1991 - É realizado o primeiro curso de cariz transnacional de Assistente Técnico-Comercial à Exportação
1992 - São realizados um curso de Modelação e um curso de Pintura em colaboração directa com a SPAL.
1992 - O Cencal atinge em termos de volume de formação o seu resultado mais elevado: 417.754 horas
1996 - Inicia-se o 1º curso de Técnicas Gráficas e Multimédia no Cencal no âmbito do programa Comunitário Youthstart.
2000 - Criação do Centro de Recursos do Conhecimento do CENCAL com o apoio dos programas Comunitários
2001 - O Cencal é acreditado pelo INOFOR como entidade formadora ao abrigo da portaria nº 782/97 de 29 de Agosto. Certificação da Formação e Consultoria do Cencal pelas normas ISO 9001:1995 - Sistema de Garantia da Qualidade.
2002 - Realiza-se o 1º curso de Cerâmica Criativa, inserido num perfil de formação de ceramista mais actualizado e europeizado.
2003 - Iniciam-se os primeiros cursos de Aprendizagem de nível 2 dirigidos a jovens com o 6º ano de escolaridade
2004 - O Cencal participa no programa POSI através de formação e certificação de um diploma de Competências Básicas em Tecnologias de Informação
2006 - O Cencal atinge em termos de resultados anuais o número máximo de formandos (1969) e de acções realizadas (127)
2006 - Iniciam-se os primeiros cursos de Educação - Formação de Jovens e Adultos.
2006 - Início da actividade do Centro Novas Oportunidades do Cencal.
2007 – Cerimónia comemorativa do 25º aniversário da criação do CENCAL com a apresença do Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional.
Medalha de Honra do Município
Dezembro de 1981 – Assinado o protocolo de criação do CENCAL em cerimónio presidida pelo Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional1982 - Realiza-se o 1º curso do Cencal para Encarregados de Empresas cerâmicas.
1983 - Realiza-se o primeiro curso de Modelação Cerâmica em instalações provisórias nos pavilhões do parque.
Outubro 1985 – Abertura do novo edifício construído na Estrada da Foz e início dos primeiros 3 cursos de Pintura Cerâmica, Ceramista Industrial e Modelação Cerâmica no edifício do Cencal. Primeiro intercâmbio internacional com a vinda do designer finlandês Leo Niklander, consultor das Nações Unidas para o Desenvolvimento e ex-designer da Arabia e da Tato Corrugating Plant no Projecto UNCTAD/GATT - ICEP - Projecto em Design de Embalagem.
1986 - Inicia-se a área de Madeiras (Marcenaria) no Cencal. Realização da primeira acção Jovem Designer em colaboração com o ICEP tendo comoconidada a designer espanhola Isabel Tapia. Primeiira visita internacional do CEDEFOP de um grupo de estudos com elementos de vários países europeus. Visita de estudo dos alunos da Escola de Cerâmica de Madrid (Espanha).
1987 - Alteração da designação do Cencal, de Centro Protocolar de Formação Profissional de Caldas da Rainha para Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica
1988 - Realização do 1º curso de Modelação na zona Centro (Águeda)
1988 - Realização da primeira acção de CAD/CAM
1989 - Realização dos primeiros cursos de Modelação em Barcelos, Coimbra, Aveiro e Alcobaça
1989 - Início do 1º curso de Olaria de Roda com o João Reis e do primeiro curso de Cerâmica para Designers
1991 - Elaborada a primeira portaria sobre o sistema de Aprendizagem para o sector Cerâmico que permite realizar os primeiros cursos com dupla certificação escolar e profissional.
1991 - Iniciam-se as primeiras acções de formação para a cerâmica estrutural em colaboração com a APICC.
1991 - É realizado o primeiro curso de Pintura Cerâmica em colaboração directa com a Vista Alegre.
1991 - É realizado o primeiro curso de cariz transnacional de Assistente Técnico-Comercial à Exportação
1992 - São realizados um curso de Modelação e um curso de Pintura em colaboração directa com a SPAL.
1992 - O Cencal atinge em termos de volume de formação o seu resultado mais elevado: 417.754 horas
1996 - Inicia-se o 1º curso de Técnicas Gráficas e Multimédia no Cencal no âmbito do programa Comunitário Youthstart.
2000 - Criação do Centro de Recursos do Conhecimento do CENCAL com o apoio dos programas Comunitários
2001 - O Cencal é acreditado pelo INOFOR como entidade formadora ao abrigo da portaria nº 782/97 de 29 de Agosto. Certificação da Formação e Consultoria do Cencal pelas normas ISO 9001:1995 - Sistema de Garantia da Qualidade.
2002 - Realiza-se o 1º curso de Cerâmica Criativa, inserido num perfil de formação de ceramista mais actualizado e europeizado.
2003 - Iniciam-se os primeiros cursos de Aprendizagem de nível 2 dirigidos a jovens com o 6º ano de escolaridade
2004 - O Cencal participa no programa POSI através de formação e certificação de um diploma de Competências Básicas em Tecnologias de Informação
2006 - O Cencal atinge em termos de resultados anuais o número máximo de formandos (1969) e de acções realizadas (127)
2006 - Iniciam-se os primeiros cursos de Educação - Formação de Jovens e Adultos.
2006 - Início da actividade do Centro Novas Oportunidades do Cencal.
2007 – Cerimónia comemorativa do 25º aniversário da criação do CENCAL com a apresença do Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional.
Medalha de Honra do Município
Medalha de Mérito do Município – Grau Ouro
Atribuída a Francisco Coutinho Carreira (A Título Póstumo)
Francisco Coutinho Carreira, filho de Adelino Carreira e Laurinda de Jesus Coutinho nasceu no dia 25 de Abril de 1929, no lugar da Malasia da Freguesia de Alvorninha, tendo emigrado para o Canadá em 1960.
Desenvolveu a sua actividade profissional primeiro na província do Quebec e depois em Montreal, onde durante muitos anos foi proprietário de uma loja de produtos de artesanato étnico provenientes dos quatro cantos do mundo, sobretudo da Índia, Oriente, África e América do Sul, dedicando-se também á pintura. No campo do mecenato apoiou jovens artistas.
Autodidacta, envolveu-se no meio cultural de Montreal convivendo com especialistas em feiras e mercados.
Completava os seus conhecimentos sobre objectos de arte com pesquisas efectuadas na sua biblioteca pessoal, e dentre os seus livros, mais de 1 milhar, eram obras especializadas, tornando-o assim, um profundo conhecedor de artes, sobretudo na vertente das artes decorativas.
Atento coleccionador, dedicou a sua atenção à arte das décadas de 20 a 50, reunindo peças de mobiliário, jóias, pintura, têxteis e sobretudo cerâmica e vidro, que ao longo de 30 anos representavam um acervo de excepcional interesse, variedade e qualidade.
Francisco Coutinho Carreira doou, generosamente, ao Museu de Cerâmica uma valiosa colecção de peças de cerâmica contemporânea que inclui cerca de 1 100 peças contemporâneas, 500 de cerâmica e 600 de vidro as quais reflectem a mais significativa produção de finais do séc. XIX e da primeira metade do séc. XX.
A relevância da colecção doada, enquanto testemunho histórico, artístico e sociológico, confere ao Museu de Cerâmica das Caldas da Rainha um estatuto de referência a nível Nacional e Internacional e um forte motivo de atracção para estudiosos e interessados
Esta colecção, só foi possível graças ao espírito profundamente atento, altamente especializado e especialmente conhecedor de Francisco Coutinho Carreira, e a sua doação consubstancia um acto benemérito e desinteressado, partilhando abnegadamente, com o Museu de Cerâmica e com o País os valiosos objectos de arte que, carinhosa e criteriosamente, recolheu ao longo de toda a sua vida.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Atribuída à empresa Ivo Cutelarias
A Ivo Cutelarias é uma PME de cariz familiar, nasce em 1954 em Santa Catarina pelo acto empreendedor do João Ivo e sua esposa D. Maria das Dores que já ambicionados pelo mundo da cutelaria naquela época, decidem criar uma pequena “oficina” com três empregados. Iniciou a sua actividade com a produção de canivetes e navalhas.
Em meados da década de 70 a marca Ivo tornou-se uma marca de referência nacional no negócio de facas e navalhas, período que marca a entrada de dois dos filhos dos sócios - fundadores na empresa. A Visão de negócio partilhada pelos dois, ultrapassava o mercado nacional, o que gradualmente orientou o leme da organização para o mercado internacional.
A modernização contínua da unidade fabril a par das necessidades que novos mercados iam ditando, levou na década de 80 a uma amplificação de instalações, ao mesmo tempo que se iniciavam e multiplicava as presenças nos principais certames internacionais, para exposição ao mundo das nossos produtos.
Actualmente a empresa Ivo Cutelarias, é uma empresa que se dedica à produção e comercialização de cutelarias de uso doméstico e profissional há mais de 55 anos. É uma das maiores e mais conceituadas empresas a nível nacional e internacional a operar no ramo, dedicando mais de 90% da sua produção anual à exportação, para mais de 54 países.
Recentemente a empresa tem sido distinguida internacionalmente pela qualidade e design de algum dos modelos das suas facas tal como o “Prémio Core Design” atribuído na Suécia e “Premio de Diseño” em Cuba.
Possui três unidades produtivas distintas, a principal dedicada ao fabrico da cutelaria convencional, uma segunda especializada no fabrico de navalhas e canivetes “pocket-knives” e uma terceira unidade especificamente dedicada ao fabrico de lâminas forjadas, um tipo de lâmina caracterizada pela qualidade e requisitos do consumidor mais exigente.
A singularidade e os requisitos técnicos inerentes à construção de uma unidade produtiva desta natureza aliançado ao seu complexo nível de funcionamento mantêm a sua classificação da primeira Forjaria e até hoje a única em Portugal.
Nos últimos anos a empresa direcciona e intensifica as ligações com o Sistema Cientifico Nacional no domínio de actividades de I&D aplicado concretamente à robotização e automatização de processos produtivos.
A Ivo Cutelarias possui actualmente escritórios nos EUA e Canadá, prevendo a instalação já em 2007 de dois novos escritórios estrategicamente posicionados nos mercados asiático e europeu.
Esta orientação internacional visa amplificar as ligações comerciais da Ivo com todo o mundo, estando mais próximo do cliente e sensibilizado das necessidades do mercado.
A empresa não tem ao seu serviço cerca de 200 trabalhadores, e recentemente estabeleceu uma parceria com a Universidade de Coimbra no campo da Robótica.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Atribuída a José de Sousa (A título póstumo)
José de Sousa Foi uma das grandes figuras da Cultura Caldense, antes e depois do 25 de Abril.
Resistente na luta pela liberdade contra o antigo regime, inconformista na conquista cultural do nosso país e da nossa cidade, dinamizador, actor, melómano, associativista, sindicalista, foi toda a sua vida um cidadão exemplar ao serviço da causa da cultura e da sociedade.
Bancário de profissão empenhou-se como dirigente sindical, na defesa e dignificação da classe, destacando-se pelo seu rigor, ética, generosidade e dotado de uma notável capacidade de tolerância.
Respeitado por todos os quadrantes políticos, era um homem assumidamente de esquerda, dotada de um enorme sentido crítico em relação aos tempos difíceis da ditadura mas também após 25 de Abril.
O seu gosto pela música, levou-o a um grande envolvimento com o meio e nas palavras de sua Esposa Maria do Céu, as comemorações do 2º Centenário de Beethoven que José de Sousa organizou nas Caldas da Rainha, representam o primeiro grande acto cultural que levou a efeito, conseguindo o apoio de todos, Instituições e Empresas, tal o empenho e entusiasmo que pôs nesta organização.
Apesar das dificuldades e dos meios ainda escassos, estas comemorações levadas a cabo na nossa cidade por José de Sousa, foram as maiores e as mais importantes realizadas em Portugal.
Desenhador intuitivo e fotógrafo de todas as reportagens, captou nas suas imagens documentos expressivas e de grande importância histórica sobretudo do 25 de Abril.
Participou activamente no CCC, Clube Cénico Caldense, como actor e director, e esteve ligado à vida da Casa da Cultura onde desenvolveu um papel fundamental.
Homenageado no dia da liberdade pelo movimento do Património Histórico (PH), contou com a presença neste merecido acto simbólico, do actual Secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, que foi seu amigo pessoa.
Para toda a sociedade Caldense, a memória de José de Sousa representa o espírito de não resignação que liga a cultura à vida.
Medalha de Mérito do Municio – Grau Ouro
Atribuída a Rafael Salinas Calado (A título Póstumo)
Rafael Salinas Calado licenciou-se com o Curso Superior de Pintura e graduou-se com o Curso Complementar de Pintura, pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Profissionalmente, iniciou-se numa carreira de docência, actividade que manteve paralelamente à vasta carreira iniciada posteriormente em museologia.
Foi Conservador do Museu dos Condes de Castro Guimarães, em Cascais, e do Museu Nacional de Arte Antiga. Foi o fundador e o primeiro director do Museu Nacional do Azulejo e o responsável pelo Museu Municipal de Santiago do Cacém.
Foi Comissário e organizador de numerosas exposições em Portugal e no estrangeiro (Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Alemanha, Áustria, Polónia, Itália, Inglaterra, Dinamarca, Brasil, Venezuela, México, Estados Unidos, Macau e Hong-Kong).
Foi colaborador, ao longo de vários anos, da Rede Portuguesa de Museus, da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação Oriente, da Fundação da Casa de Bragança, da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, do Governo Regional da Madeira, de muitos Municípios e Museus Regionais (participou na musealização do Museu Municipal de Santiago do Cacém, do Museu Municipal de Estremoz, da Casa-Museu Anastácio Gonçalves em Lisboa, do Museu de Cerâmica nas Caldas da Rainha, do Museu de Aveiro, do Museu Soares dos Reis no Porto, no Museu de Rachol em Goa, da Casa-Museu Frederico de Freitas no Funchal, do Palácio do Álamo em Alter do Chão, do Museu Municipal de Sousel entre outros), do grupo de trabalho MUSEUS UNESCO e do grupo de trabalho para a Conservação Preventiva do ICROM (Roma).
Como museólogo também, trabalhou com várias equipas de arquitectura, um pouco por todo o País. Deixou uma vasta obra publicada, artigos e livros, principalmente dedicados à cerâmica, à faiança e à azulejaria nacional.
Nas Caldas da Rainha a sua ligação remonta a 1977, quando comissariou a grande exposição de cerâmica Caldense “Expo Caldas 77”. Em 1987 inicia o trabalho de inventário e estudo de mais de duas mil peças da colecção de cerâmica do Dr. Maldonado de Freitas, com vista à elaboração de um programa para o futuro museu. Nos anos mais recentes destaca-se o trabalho de comissariado de várias exposições no âmbito das Comemorações do Centenário da Morte de Rafel Bordalo Pinheiro, nomeadamente “A Louça das Caldas na Colecção Maldonado de Feitas”, “Colecção Berardo” e o projecto “Nomes”. Fora convidado para comissariar a “Festa da Cerâmica”, convite que aceitou mas que a sua morte inesperada não permitiu levar a cabo. Figura ímpar na história da cultura portuguesa, a sua acção como profissional dos museus e especialista da cerâmica só encontra paralelo na dimensão humana que todos os que tiveram o privilégio de com ele contactar são hoje emocionadas testemunhas.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída ao Comandante António de Almeida Gaspar Pereira
O Comandante António Almeida Gaspar Pereira dedicou a sua vida aos Bombeiros das Caldas da Rainha e à causa dos Bombeiros de Portugal.
Alistado no dia 01 de Maio de 1969 como aspirante para frequentar a recruta, ingressou no quadro activo no dia 21 de Dezembro do mesmo ano na categoria de Bombeiro de 3ª Classe.
Seguiram-se as progressões pelas várias categorias e no dia 31 de Outubro de 1986, foi promovido ao posto de Chefe. Nove anos depois foi proposto e nomeado Ajudante do Comando. No dia 09 de Maio de 2002, foi nomeado 2º Comandante do Corpo de Bombeiros, função que desempenha até hoje, mantendo-se activo e operacional, representando para os elementos mais novos deste CB, um exemplo a seguir.
Só a titulo de exemplo, sublinha-se o excelente desempenho no comando do posto de socorros de assistência à praia da Foz do Arelho e o reconhecimento pelo elevado nível e qualidade da instrução que ministrou a todos os Bombeiros que formou, contribuindo com o seu saber e exemplo para o reforço humano do Corpo de Bombeiros de Caldas da Rainha.
Mais recentemente e no desempenho da função de comandante interino, manteve o padrão definido para o Corpo de Bombeiros, correspondendo de forma muito positiva e profissional quer na resposta às solicitações, quer na condução dos voluntários desta casa.
No seu processo individual são vários os certificados de cursos.
Em Setembro de 2003, foi condecorado com a Medalha de Dedicação Grau ouro.
Mais de 35 anos ao serviço dos Bombeiros, revelam o seu envolvimento e a sua total dedicação no campo da solidariedade, na defesa de bens e de vidas humanas.
Reconhecido por todos como um especialista no combate ao fogo, especialmente o fogo florestal, António Gaspar, é actualmente 2º Comandante dos nossos Bombeiros.
Foi-lhe atribuída a Distinção Honorífica, do Crachá de Ouro, a maior condecoração com que a Liga dos Bombeiros de Portugal, honra os seus maiores.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída a Manuel Garcia de Oliveira Felizardo (A Título Póstumo)
Nasceu na cidade de Caldas da Rainha no ano de 1942. Prossegui a actividade profissional da sua família no ramo comercial de máquinas de costura. O estabelecimento mantém ainda em funcionamento, na posse do seu filho, Mário Felizardo, completando cinco gerações.
Dedicou-se à vida política e ao Associativismo.
Foi autarca e integrou os corpos gerentes de algumas colectividades, como o Sporting Club das Caldas e a Associação de Dadores de Sangue.
Destacou-se, sobretudo na comunicação, através do radioamadorismo, onde foi um dos mais prestigiados rádio-amadores portugueses, levando o nome de Caldas da Rainha aos 5 continentes, contactando com estações especiais de rádio nos Himalais, Ártico, Antártico e também com radioamadores muito especiais como os reis de Marrocos, da Jordânia e de Espanha.
Obteve o primeiro prémio mundial de rádio amador no ano de 2001.
Foi fundador do Rádio Clube das Caldas no Ano de 1986.
Veio a falecer no ano de 2004.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída ao Padre José da Felicidade Alves (A Título Póstumo)
Nasceu no lugar do Vale da Quinta da Freguesia de Salir de Matos – Caldas da Rainha em 11 de Março de 1925.
Foi ordenado sacerdote em 24 de Junho de 1948 e de imediato nomeado professor de Grego e de Matemática do Seminário de Almada leccionando um ano depois Teologia Dogmática e Patrística onde se distinguiu como pedagogo contribuindo para a formação de um terço do total dos sacerdotes do patriarcado de Lisboa.
Em 1956 foi nomeado pároco de Santa Maria de Belém, a importante paroquia dos Jerónimos e de São Francisco de Xavier em Lisboa.
Pelas suas notáveis homilias, pelos cursos de formação e pelo movimento de leigos que impulsionou, em 30 de Maio de 1968 o Patriarca de Lisboa reconheceu a sua notável obra pastoral onde deu incremento ao culto e à renovação litúrgica, lançou fecundos movimentos de apostolado, formou e dinamizou ao serviço de Deus e das almas, muitos e dedicados leigos. A Diocese não esquece, também, a sua contribuição para a reestruturação pastoral.
Neste mesmo ano, 1968, o Padre José da Felicidade Alves foi preso e encarcerado durante dois anos pela PIDE quando em 19 de Abril, divulgou um documento onde equacionou, com extraordinária lúcidez os grandes problemas que se colocavam à Igreja Católica nomeadamente em Portugal, com ênfase no atropelo dos direitos humanos.
Em 2 de Novembro deste mesmo ano, o cardeal Cerejeira decretou o seu afastamento compulsivo das suas paróquias.
Casou em 1970 nas Caldas da Rainha, dando ensejo ao Patriarca de Lisboa para decretar a excomunhão, com efeitos imediatos, e garantir depois ao presidente do Conselho Marcelo Caetano que do Padre Felicidade “nada restará”.
Mais tarde justifica as suas opções no livro publicado “É preciso nascer de novo”.
Após a sua saída da prisão trabalhou incansavelmente em empregos de recurso para se sustentar, porém, o seu legado intelectual pautou-se pela primazia dada a obras de natureza teológica e pastoral.
Foi eleito Académico em 1994 pela Academia Nacional de Belas Artes, foi condecorado pelo Presidente da Republica Mário Soares, como resistente ao Estado Novo
Em 1998 o novo Patriarca de Lisboa D. José Policarpo promoveu a reconciliação assumindo o seu pedido de perdão e presidindo ao casamento canónico em 10 de Junho desse ano.
A sua intervenção cívica e o seu testemunho de vida foram factores determinantes para despertar consciências e influenciar inúmeros cidadãos, nos mais diversos quadrantes, não só no seio da igreja como na sociedade em geral.
Faleceu em 14 de Dezembro de 1998.
Medalha de mérito Municipal – Grau Prata
Atribuída a Manuel Louro Miguel (A título Póstumo)
Manuel Louro Miguel nasceu na freguesia do Landal em 1941.
Desde muito cedo revelou uma inteligência fora do comum que mais tarde o viria a marcar.
Deixou o Landal com 10 anos para prosseguir os estudos em Caldas da Rainha.
Aos 15 anos foi viver para Lisboa onde viria a concluir a sua formação.
Mais tarde Manuel Louro Miguel radicou-se com a sua família em Luanda, regressando a Caldas da Rainha após o 25 de Abril.
Foi no lugar de Santa Susana, que Manuel Louro se tornou um homem de sucesso.
Com a sua coragem e convicção, aliada uma grande humildade, tornou-se um homem de sucesso ao introduzir na Freguesia do Landal uma actividade empresarial no campo da Indústria de Aves, tendo como centro de exploração a Codorniz, que viria a projectar Santa Susana no panorama nacional, criando riqueza e inúmeros postos de trabalho, e multiplicando estruturas industriais de grande vulto.
Manuel Louro Miguel era um homem de pendor prospectivo, antecipava o futuro polémico à sua maneira, acérrimo defensor da verdade, um verdadeiro lutador.
Faleceu com apenas 43 anos vividos com tamanha intensidade e determinação que fizeram dele um homem de reconhecido mérito. Deixa uma marca de grande empreendedor e ficará para sempre na memória de Santa Susana, e da Freguesia do Landal, como o grande percursor da indústria das codornizes na Freguesia do Landal e em toda a Região.
Medalha de Mérito – Grau Bronze
Atribuída a Associação Desportiva e Cultural dos Vidais
A Associação Desportiva e Cultural dos Vidais, foi fundada em 22 de Março de 1982
Promove desde logo a realização de vários torneios de Futebol de Salão de carácter regional e também entre todos os Lugares da Freguesia de Vidais.
Entretanto cria a secção de Atletismo e em poucos anos consegue resultados invejáveis. A nível regional ganha a maioria das provas em que participa e a nível nacional vence por duas vezes consecutivas o campeonato nacional de estafetas em estrada e o campeonato Nacional por equipas na categoria de Maratona.
Individualmente e num só ano o seu atleta Joaquim Murraças vence provas importantes como: O Campeonato Europeu de Corta – Mato para atletas trabalhadores realizado na Irlanda, a meia maratona da Nazaré, os 20 Km de Almeirim e o grande prémio da FNAC em Lisboa para além de ter sido Campeão Nacional de Estrada e de Corta-mato em vários anos consecutivos.
Ainda a nível individual o seu atleta José Capinha é no mesmo ano campeão nacional dos 10 000 metros e vice campeão dos 5 000metros em pista.
Foi a Associação Desportiva e Cultural dos Vidais que organizou durante vários anos a célebre Estafeta dos Vidais.
Há dez anos atrás esta associação criou uma equipa de Futebol Salão Feminina, que depois de cinco anos filiada na Federação Portuguesa de Futebol de Salão transfere a sua filiação para a Associação de Futebol de Leiria disputando os campeonatos de Futsal, e no primeiro ano da sua filiação consegue ser Vice campeã Distrital da 1ª Divisão subindo de imediato à divisão de Honra onde se mantém.
A Associação Desportiva e Cultural dos Vidais mantêm ainda a prática de Ciclo turismo federado e promove a prática de Ténis de Mesa, e outros desportos Indoor participando em várias provas regionais.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Bronze
Atribuída à Associação Desportiva e Recreativa do Carvalhal Benfeito.
A Associação Desportiva Recreativa do Carvalhal Benfeito foi fundada em 1982.
Nos primeiros anos da Associação, a principal actividade desportiva que era o futebol, tendo mantido uma equipa a participar em diversos torneios.
Depois com o evoluir da Associação, foram desenvolvidas diversas valências:
Nesse âmbito tem vindo a participar nas Tasquinhas de Caldas da Rainha, a Expotur, nas quais conseguiu sempre classificar-se nos três primeiros lugares;
Também organiza diversos torneios INDOOR.
Na área de desporto, as energias estão agora canalizadas para o BTT, possuindo uma equipa com cerca de 30 elementos.
A Associação tem sede própria com bar aberto diariamente, recentemente remodelado, fornecendo todos os dias entretenimento à população.
Mantém um serviço Publico de Internet.
A Associação que representa as correntes culturais e desportivas do Carvalhal Benfeito conta com o empenhamento dos associados dado que a maior parte das actividades são sustentadas graças ao voluntariado.
Medalha de Mérito Municipal - Grau Bronze
Atribuída à Associação Recreativa Desportiva e Cultural de Antas
A Associação Recreativa, Desportiva e Cultural de Antas, freguesia de Carvalhal Benfeito, foi constituida oficialmente por escritura de 23 de Janeiro de 1981.
Tem por finalidade a promoção cultural, desportiva e recreativa dos seus associados.
Encontram-se actualmente inscritos 232 sócios.
Este projecto foi dinamizado por um grupo de habitantes que concretizou a compra de um terreno e a construção das instalações, constituídas por um amplo salão de festas, bar, cozinha, sala de jantar, salas de jogos, biblioteca/sala de exposições e salas de apoio aos corpos gerentes.
Esta obra, pólo aglutinador dos lugares de Antas, Barrocas e Quinta do Bravo, deve-se essencialmente à disponibilidade e trabalho voluntário da população.
De realçar o desafio então lançado, e o incentivo manifestado desde os primórdios da sua criação, pelo actual Presidente da Câmara, Fernando Costa.
Tem organizado e participado em diversos eventos como seja torneios desportivos, jogos tradicionais, acções culturais e recreativas, cursos de artesanato e de desenho e aulas de ginástica.
Assegura, anualmente, a organização dos festejos em honra de Santa Maria e S. Brás (dias 2 e 3 de Fevereiro) e Nossa Senhora das Dores (Maio).
Através de protocolo com a Junta de Freguesia de Carvalhal Benfeito, que disponibilizou o equipamento informático, mantém em funcionamento um Posto Público de Internet.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Bronze
Atribuída à Associação Recreativa, Cultural Desportiva da Moita
Foi fundada por escritura pública em 11 de Fevereiro de 1982 com a assinatura de 16 sócios, actualmente existem cerca de 100 sócios.
A primeira grande batalha a travar foi a construção do salão, actual sede da Associação, foi construído com o trabalho voluntário de toda a população residente da Moita e casais limítrofes.
Ressurgiu em meados dos anos 80 o Rancho Folclórico de Danças e Cantares da Moita.
Durante os cerca de 10 anos de existência o Rancho percorreu o País de Norte a Sul a divulgar a nossa cultura e tradições bem como o nome da nossa terra.
Nos últimos anos têm apoiado dois grupos de dança jovem os “Angels” e os “Little Angels”, que tem levado o nome da Moita a vários lugares da Região.
Apoiam também a valência de ginástica para adultos.
Nos anos oitenta realizou-se anualmente na Moita durante 4 anos seguidos o circuito de ciclismo da Moita que nos últimos dois anos trouxe à Moita os melhores ciclistas da Volta a Portugal.
Ultimamente têm organizado vários torneios desportivos, Indoor, contribuindo para um são convívio entre todos e para um intercambio com residentes de outros lugares.
Todos os anos no segundo fim-de-semana de Setembro organizam a festa anual em honra de Nossa Senhora da Luz, que já é muito anterior ao início da Associação remontando ao século XIX.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Bronze
Atribuída à Casa Antero
A Casa Antero, pequena empresa do Ramo de Restauração e Bebidas, tem um significado Social e Cultural muito para além da minúscula área que ocupa no beco do Forno nº7 da cidade das Caldas da Rainha.
Antero Feliciano hoje com 77 anos, tomou conta daquele espaço, em Agosto de 1957, vai para meio século.
A história da Casa Antero, toda ela pícara e gravada na memória de várias gerações de Caldenses, começa quando o Coradinho, leva o sobrinho, o jovem Antero então com 27 anos, em paseata até à Praça, e lhe confidencia pelo caminho, que o Diamantino Larião, seu empregado na pequena taberna, não tinha unhas para o negócio e logo no outro dia o “negócio ficou selado com palavra de Rei, que tanto bastava.
Os seus clientes na pequena taberna de 20m2, eram a sua grande família, entre outros os dos Capristanos, dos Correios, da Câmara Municipal.
Sozinho e logo depois ajudado pela esposa, Antero Feliciano faz casa e torna aquele lugar o Centro de Convívio da cidade, profundamente interclassista, por onde passou toda a sociedade Caldense.
Ao longo de cinquenta anos, aquelas quatro paredes são o testemunho de muitas e muitas histórias passadas no beco do Forno, em torno dos assadores, à volta das minúscula mesas, e sobretudo cotovelos no balcão, olhos no pipo de 180 litros que arregalava as almas, soltava os espíritos, porque o corpo esse é que as pagava.
Desde Almirantes e Generais, a Doutores e até Engenheiros mas sobretudo do povo anónimo, de todos o Antero guarda uma recordação. A Casa Antero, memória viva da cidade nestes 50 anos, é em si mesma, um documento da segunda metade do século passado das Caldas da Rainha.
Medalha de Mérito do Município – Grau Bronze
Atribuída ao Centro Social Paroquial de Santa Catarina
O Centro Social Paroquial de Santa Catarina é uma Associação DE Solidariedade Social criada em1981, para dar resposta às necessidades sociais da Freguesia.
Neste momento possui a valência de Jardim-de-infância, com 68 crianças (1980) e Creche com 58 crianças (1990), e ATL e Ludoteca com 41 crianças.
No que diz respeito à terceira idade, possui uma área de Apoio Domiciliário (1995) com 44 utentes e desenvolvendo também uma valência de Apoio Domiciliário Integrado (1998).
Possui ainda na vertente de apoio aos idosos, um Centro de Dia (2005) com 18 utilizadores, e um Centro de Convívio com 23 utentes.
Diariamente fornece mais de 250 refeições para a própria Instituição ou de apoio a outras da freguesia.
Actualmente tem ao seu serviço 42 funcionários, para além dos Órgãos Sociais que trabalham voluntariamente.
No seu Banco de Voluntariado estão inscritos e prestam colaboração gratuita 35 elementos.
Nas suas instalações funciona um Espaço Internet.
Neste momento está empenhada na construção do futuro Lar previsto para 30 utentes.
Medalha de Mérito do Município – Grau Bronze
Atribuída a Mário Rebelo da Silva (A Título Póstumo)
Nasceu em Caldas da Rainha em 1919.
Trabalhador de referência no comércio caldense foi no início da década de 70 dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Escritórios e Caixeiros do Distrito de Leiria.
Homem de esquerda, militante comunista muito antes do 25 de Abril e como tal participou em movimentos e iniciativas de resistência à ditadura.
Envolveu-se com empenho na luta por melhores condições de trabalho para a classe trabalhadora, nomeadamente pelo direito à semana-inglesa no comércio.
Orgulhoso da sua terra, foi dirigente associativo do Caldas Sport Clube, de quem era à data do seu falecimento o sócio nº 1.
Foi fundador e dirigente da Casa do Benfica das Caldas da Rainha.
Após o 25 de Abril foi autarca eleito pela Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo.
Medalha de Mérito do Município - Grau Bronze
Atribuída a Ramiro Saraiva Esteves
50 Anos de Músico
Ao Serviço da Banda da Sociedade de Instrução Musical de A dos Francos.
O homem e musico Ramiro Saraiva Esteves nascido a 13 de Abril de 1940.
Iniciou os seus estudos de solfejo, na banda de música da Sociedade de Instrução Musical Cultura e Recreio de A-dos-Francos, em Março de 1955.
A sua 1ª saída oficial como Instrumentista desta banda realizou-se em Outubro desse mesmo ano.
Sem nunca se ter ausentado da banda, continua actualmente a executar o seu papel de musico, tocando Bombardino como executante da filarmónica prefazendo 52 anos consecutivos ao serviço.
Músico de grande dedicação e exemplo de trabalho e esforço, o seu único objectivo foi e continua a ser, o de levar o bom-nome da sua terra aos locais por onde a banda tem actuado e servidas as populações. Podemos ainda salientar que, durante esse 52 anos fez parte, em três mandatos, dos corpos gerentes desta associação, um deles como presidente da direcção num momento importante e difícil, porque durante esse período que foram realizadas as 1º obras de ampliação da sede social da Sociedade.
Como cidadão foi Autarca da Junta de Freguesia de A-dos-Francos em 4 mandatos.
Com 68 anos de idade muito preenchidos e 52 como musico, de grande dedicação á Banda Filarmónica, é um cidadão de grande exemplo cívico para toda a Freguesia de A dos Francos
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída a Sara Sofia Cruz Domingos
Natural das Caldas da Rainha, nasceu a 19 de Outubro de 1989
Actualmente reside no centro Alto Rendimento do Jamor e frequenta o 12º ano na Escola Secundário Amélia Rey Colaço em Linda-a-Velha. A nível desportivo representa os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha no Pentatlo Moderno e o Arneirense no Atletismo. Tem ainda representado a Selecção Nacional de Pentatlo Moderno, a Selecção Distrital de Atletismo de Leiria e estagiado na Selecção Nacional de Triatlo. Recebeu da Federação de Pentatlo Moderno o prémio de Revelação do ano de 2006 no Pentatlo Moderno.
Principais Resultados Obtidos no Pentatlo Moderno
Iniciou a prática do Pentatlo Moderno no ano 2000, com 11 anos, no escalão infantil, no clube Pimpões.
Em 2002 venceu a primeira prova do Circuito Jovem, escalão iniciados e foi pela primeira vez campeã nacional de iniciados.
Em 2003 venceu 2 provas do circuito jovem e. Ficou em 1º lugar na prova internacional Challenge Pentajovem e foi quarta classificada na também prova internacional Copa Atlântica. Foi novamente campeã nacional de iniciados.
Em 2004 venceu duas provas do circuito jovem e foi campeã nacional de Juniores A. Ficou em 26º lugar no Meeting Internacional de Loures, 39º no Campeonato da Europa de Juniores A, em Mafra, 3º no Meeting Internacional de Mellila. Ficou ainda no 36º lugar no Campeonato da Europa de Juvenis em Budapeste, Hungria.
Em 2005 passou a representar os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha. Foi campeã Nacional de Juvenis, 3º lugar no Campeonato Nacional de Seniores, 1º lugar no torneio de abertura de Juniores A e ficou em 41º lugar no Campeonato da Europa de Juniores A em Montepulciano (Itália).
Em 2006 venceu o campeonato nacional de Juniores A, 3º lugar no campeonato nacional de juniores, 1º lugar no Challenge Pentajovem e 35º lugar no Campeonato da Europa de Juniores, em Torres Vedras. Participou ainda em provas internacionais na Republica Checa e França.
Em 2007 já venceu o campeonato nacional de Juniores e ficou em 25º lugar no Meeting Internacional de Millfield, Inglaterra, o qual se realizou em conjunto com uma prova da taça do Mundo.
Ocupa actualmente no escalão feminino o 1º lugar no Ranking Nacional de Juniores A e de Juniores e o 2º lugar absoluto.
No final de 2006 ocupava o 57º lugar do ranking mundial no escalão Júnior A, o 81º lugar no escalão Júnior e o 191º lugar absoluto.
Está prevista para este ano a sua participação pela primeira vez num campeonato do mundo (Campeonato do Mundo de Juniores, que se realizará em Setembro em Caldas da Rainha, embora a atleta ainda seja do escalão inferior, Júnior A).
No Atletismo
Em 2002 participou pela primeira vez em provas de atletismo, como individual tendo vencido as duas primeiras (Salir de Matos e S. Martinho do Porto).
Em 2003 venceu o km distrital, escalão iniciados, foi 11ª no km das Beiras, 1ª no Olímpico Jovem, distâncias de 800m e 1500m, 17ª no Olímpico Jovem Nacional, 1º lugar no distrital de iniciados, 800m.
Em 2004 venceu o corta-mato escolar do CAE Oeste (Desporto Escolar) e foi 14ª no Nacional de Corta-Mato do Desporto Escolar.
Em 2005, 1º lugar absoluto no 1º Corta-Mato de Óbidos, 2º lugar no Corta-Mato Distrital, 4ºlugar no Corta-Mato Escolar do CAE Oeste e 9º lugar no Nacional de Corta-Mato de Desporto Escolar
Em 2006 venceu o Olímpico Jovem Distrital, nos 3000m e foi 4ª no Olímpico Jovem Nacional. Esteve pela primeira vez no nacional de atletismo tendo ficado em 8º lugar.
Ficou no 10º Lugar no Ranking Nacional de Juvenis na distância de 3000m em 2006.
3º Lugar no Ranking distrital absoluto, 2º no escalão júnior e 1º no escalão juvenil na distância de 3000m em 2006.
Em 2007 representou a Selecção Distrital de Leiria no Corta-Mato Internacional de Loures ficando em 24º lugar (melhor do distrito)
Na Esgrima
Em 2007, 3º lugar numa prova de espada feminina, escalão júnior e 24º lugar no campeonato nacional de juniores de espada feminina.
No Triatlo
A 31 de Março de 2007 em Rio Maior participou na detecção de talentos da Federação Nacional de Triatlo (Projecto Temos Talentos 2007, cujo objectivo era detectar jovens com aptidões a integrar o projecto olímpico 2012-2016), tendo ficado em 1º lugar. Integrou de seguida o estágio da selecção nacional de triatlo ao lado de atletas como Vanessa Fernandes, Anais Moniz, Bruno Pais e João Silva.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída à Associação Social e Desenvolvimento de Casais da Serra - Landal
A Associação Social e Desenvolvimento de Casais da Serra, fundada em 9 de Março de 1981 - D.R. III Série - nº79-04-04-1981, é uma Instituição Particular de solidariedade Social, da Freguesia do Landal. Tem como objectivo o apoio social, alem de ser um Centro de aproveitamento de tempos livres para as crianças e jovens, com o intuito do desenvolvimento desportivo e cultural dos habitantes de Casais da Serra, e povoações limítrofes, criando e mantendo espaços para a prática de actividades culturais e recreativas. Actualmente tem cerca de 350 associados, e a sua actividade principal é a Escola de Dança de Salão com cerca de 40 executantes dos 2 aos 24 anos, além da Classe de Ginástica de Manutenção que dá mais saúde à população de Casais da Serra.
A actual Direcção tem nos seus horizontes para o próximo ano, criar uma Escola de Música e um Grupo Cénico para os jovens da Freguesia do Landal.
O Objectivo a curto prazo é concluir as obras do Polidesportivo, onde deposita toda a esperança, e se torne realidade a inauguração no próximo mês de Setembro de 20007.
Medalha de Mérito Municipal – Grau – Bronze
Atribuída ao Rancho Folclórico e Etnográfico da Fanadia
No ano de 1981 os responsáveis da secção cultural do G. Desportivo da Fanadia, Sérgio Pereira e Luísa Diogo organizaram um grupo infantil de dançarinos e o êxito da iniciativa sugere a criação de um grupo adulto de danças e cantares.
A permanente preocupação da representação das tradições rurais da região e o estudo acompanhado da sua etnografia levam há criação do 1º Grupo Folclórico e Etnográfico do concelho e ao aparecimento dum núcleo museológico representativo das tradições rurais da região.
Tem hoje o Rancho Folclórico e Etnográfico " As Ceifeiras da Fanadia" um importante historial de trabalhos etnográficos, como apresentação de fainas agrícolas ao vivo (lembre-se por exemplo a debulha de t4rigo com trilhos de madeira puxados por juntas de bois na feira da fruta no parque, no ano de 1990), descamisadas, lagaradas e malhas, jogos populares, cantares ao desafio, participação em exposições museológicas, colaboração em publicações literárias, exposições e representações nacionais de tradições regionais e no estrangeiro nomeadamente em Espanha, França, Bélgica, Letónia, Canadá e Dinamarca.
Tem hoje o Rancho cerca de 50 elementos de dançarinos, figurantes e músicos, está juridicamente constituído como Associação desde 1990.
Atribuída a Francisco Coutinho Carreira (A Título Póstumo)
Francisco Coutinho Carreira, filho de Adelino Carreira e Laurinda de Jesus Coutinho nasceu no dia 25 de Abril de 1929, no lugar da Malasia da Freguesia de Alvorninha, tendo emigrado para o Canadá em 1960.Desenvolveu a sua actividade profissional primeiro na província do Quebec e depois em Montreal, onde durante muitos anos foi proprietário de uma loja de produtos de artesanato étnico provenientes dos quatro cantos do mundo, sobretudo da Índia, Oriente, África e América do Sul, dedicando-se também á pintura. No campo do mecenato apoiou jovens artistas.
Autodidacta, envolveu-se no meio cultural de Montreal convivendo com especialistas em feiras e mercados.
Completava os seus conhecimentos sobre objectos de arte com pesquisas efectuadas na sua biblioteca pessoal, e dentre os seus livros, mais de 1 milhar, eram obras especializadas, tornando-o assim, um profundo conhecedor de artes, sobretudo na vertente das artes decorativas.
Atento coleccionador, dedicou a sua atenção à arte das décadas de 20 a 50, reunindo peças de mobiliário, jóias, pintura, têxteis e sobretudo cerâmica e vidro, que ao longo de 30 anos representavam um acervo de excepcional interesse, variedade e qualidade.
Francisco Coutinho Carreira doou, generosamente, ao Museu de Cerâmica uma valiosa colecção de peças de cerâmica contemporânea que inclui cerca de 1 100 peças contemporâneas, 500 de cerâmica e 600 de vidro as quais reflectem a mais significativa produção de finais do séc. XIX e da primeira metade do séc. XX.
A relevância da colecção doada, enquanto testemunho histórico, artístico e sociológico, confere ao Museu de Cerâmica das Caldas da Rainha um estatuto de referência a nível Nacional e Internacional e um forte motivo de atracção para estudiosos e interessados
Esta colecção, só foi possível graças ao espírito profundamente atento, altamente especializado e especialmente conhecedor de Francisco Coutinho Carreira, e a sua doação consubstancia um acto benemérito e desinteressado, partilhando abnegadamente, com o Museu de Cerâmica e com o País os valiosos objectos de arte que, carinhosa e criteriosamente, recolheu ao longo de toda a sua vida.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Atribuída à empresa Ivo Cutelarias
A Ivo Cutelarias é uma PME de cariz familiar, nasce em 1954 em Santa Catarina pelo acto empreendedor do João Ivo e sua esposa D. Maria das Dores que já ambicionados pelo mundo da cutelaria naquela época, decidem criar uma pequena “oficina” com três empregados. Iniciou a sua actividade com a produção de canivetes e navalhas.Em meados da década de 70 a marca Ivo tornou-se uma marca de referência nacional no negócio de facas e navalhas, período que marca a entrada de dois dos filhos dos sócios - fundadores na empresa. A Visão de negócio partilhada pelos dois, ultrapassava o mercado nacional, o que gradualmente orientou o leme da organização para o mercado internacional.
A modernização contínua da unidade fabril a par das necessidades que novos mercados iam ditando, levou na década de 80 a uma amplificação de instalações, ao mesmo tempo que se iniciavam e multiplicava as presenças nos principais certames internacionais, para exposição ao mundo das nossos produtos.
Actualmente a empresa Ivo Cutelarias, é uma empresa que se dedica à produção e comercialização de cutelarias de uso doméstico e profissional há mais de 55 anos. É uma das maiores e mais conceituadas empresas a nível nacional e internacional a operar no ramo, dedicando mais de 90% da sua produção anual à exportação, para mais de 54 países.
Recentemente a empresa tem sido distinguida internacionalmente pela qualidade e design de algum dos modelos das suas facas tal como o “Prémio Core Design” atribuído na Suécia e “Premio de Diseño” em Cuba.
Possui três unidades produtivas distintas, a principal dedicada ao fabrico da cutelaria convencional, uma segunda especializada no fabrico de navalhas e canivetes “pocket-knives” e uma terceira unidade especificamente dedicada ao fabrico de lâminas forjadas, um tipo de lâmina caracterizada pela qualidade e requisitos do consumidor mais exigente.
A singularidade e os requisitos técnicos inerentes à construção de uma unidade produtiva desta natureza aliançado ao seu complexo nível de funcionamento mantêm a sua classificação da primeira Forjaria e até hoje a única em Portugal.
Nos últimos anos a empresa direcciona e intensifica as ligações com o Sistema Cientifico Nacional no domínio de actividades de I&D aplicado concretamente à robotização e automatização de processos produtivos.
A Ivo Cutelarias possui actualmente escritórios nos EUA e Canadá, prevendo a instalação já em 2007 de dois novos escritórios estrategicamente posicionados nos mercados asiático e europeu.
Esta orientação internacional visa amplificar as ligações comerciais da Ivo com todo o mundo, estando mais próximo do cliente e sensibilizado das necessidades do mercado.
A empresa não tem ao seu serviço cerca de 200 trabalhadores, e recentemente estabeleceu uma parceria com a Universidade de Coimbra no campo da Robótica.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro
Atribuída a José de Sousa (A título póstumo)
José de Sousa Foi uma das grandes figuras da Cultura Caldense, antes e depois do 25 de Abril.Resistente na luta pela liberdade contra o antigo regime, inconformista na conquista cultural do nosso país e da nossa cidade, dinamizador, actor, melómano, associativista, sindicalista, foi toda a sua vida um cidadão exemplar ao serviço da causa da cultura e da sociedade.
Bancário de profissão empenhou-se como dirigente sindical, na defesa e dignificação da classe, destacando-se pelo seu rigor, ética, generosidade e dotado de uma notável capacidade de tolerância.
Respeitado por todos os quadrantes políticos, era um homem assumidamente de esquerda, dotada de um enorme sentido crítico em relação aos tempos difíceis da ditadura mas também após 25 de Abril.
O seu gosto pela música, levou-o a um grande envolvimento com o meio e nas palavras de sua Esposa Maria do Céu, as comemorações do 2º Centenário de Beethoven que José de Sousa organizou nas Caldas da Rainha, representam o primeiro grande acto cultural que levou a efeito, conseguindo o apoio de todos, Instituições e Empresas, tal o empenho e entusiasmo que pôs nesta organização.
Apesar das dificuldades e dos meios ainda escassos, estas comemorações levadas a cabo na nossa cidade por José de Sousa, foram as maiores e as mais importantes realizadas em Portugal.
Desenhador intuitivo e fotógrafo de todas as reportagens, captou nas suas imagens documentos expressivas e de grande importância histórica sobretudo do 25 de Abril.
Participou activamente no CCC, Clube Cénico Caldense, como actor e director, e esteve ligado à vida da Casa da Cultura onde desenvolveu um papel fundamental.
Homenageado no dia da liberdade pelo movimento do Património Histórico (PH), contou com a presença neste merecido acto simbólico, do actual Secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, que foi seu amigo pessoa.
Para toda a sociedade Caldense, a memória de José de Sousa representa o espírito de não resignação que liga a cultura à vida.
Medalha de Mérito do Municio – Grau Ouro
Atribuída a Rafael Salinas Calado (A título Póstumo)
Rafael Salinas Calado licenciou-se com o Curso Superior de Pintura e graduou-se com o Curso Complementar de Pintura, pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Profissionalmente, iniciou-se numa carreira de docência, actividade que manteve paralelamente à vasta carreira iniciada posteriormente em museologia.Foi Conservador do Museu dos Condes de Castro Guimarães, em Cascais, e do Museu Nacional de Arte Antiga. Foi o fundador e o primeiro director do Museu Nacional do Azulejo e o responsável pelo Museu Municipal de Santiago do Cacém.
Foi Comissário e organizador de numerosas exposições em Portugal e no estrangeiro (Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Alemanha, Áustria, Polónia, Itália, Inglaterra, Dinamarca, Brasil, Venezuela, México, Estados Unidos, Macau e Hong-Kong).
Foi colaborador, ao longo de vários anos, da Rede Portuguesa de Museus, da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação Oriente, da Fundação da Casa de Bragança, da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, do Governo Regional da Madeira, de muitos Municípios e Museus Regionais (participou na musealização do Museu Municipal de Santiago do Cacém, do Museu Municipal de Estremoz, da Casa-Museu Anastácio Gonçalves em Lisboa, do Museu de Cerâmica nas Caldas da Rainha, do Museu de Aveiro, do Museu Soares dos Reis no Porto, no Museu de Rachol em Goa, da Casa-Museu Frederico de Freitas no Funchal, do Palácio do Álamo em Alter do Chão, do Museu Municipal de Sousel entre outros), do grupo de trabalho MUSEUS UNESCO e do grupo de trabalho para a Conservação Preventiva do ICROM (Roma).
Como museólogo também, trabalhou com várias equipas de arquitectura, um pouco por todo o País. Deixou uma vasta obra publicada, artigos e livros, principalmente dedicados à cerâmica, à faiança e à azulejaria nacional.
Nas Caldas da Rainha a sua ligação remonta a 1977, quando comissariou a grande exposição de cerâmica Caldense “Expo Caldas 77”. Em 1987 inicia o trabalho de inventário e estudo de mais de duas mil peças da colecção de cerâmica do Dr. Maldonado de Freitas, com vista à elaboração de um programa para o futuro museu. Nos anos mais recentes destaca-se o trabalho de comissariado de várias exposições no âmbito das Comemorações do Centenário da Morte de Rafel Bordalo Pinheiro, nomeadamente “A Louça das Caldas na Colecção Maldonado de Feitas”, “Colecção Berardo” e o projecto “Nomes”. Fora convidado para comissariar a “Festa da Cerâmica”, convite que aceitou mas que a sua morte inesperada não permitiu levar a cabo. Figura ímpar na história da cultura portuguesa, a sua acção como profissional dos museus e especialista da cerâmica só encontra paralelo na dimensão humana que todos os que tiveram o privilégio de com ele contactar são hoje emocionadas testemunhas.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída ao Comandante António de Almeida Gaspar Pereira
O Comandante António Almeida Gaspar Pereira dedicou a sua vida aos Bombeiros das Caldas da Rainha e à causa dos Bombeiros de Portugal.Alistado no dia 01 de Maio de 1969 como aspirante para frequentar a recruta, ingressou no quadro activo no dia 21 de Dezembro do mesmo ano na categoria de Bombeiro de 3ª Classe.
Seguiram-se as progressões pelas várias categorias e no dia 31 de Outubro de 1986, foi promovido ao posto de Chefe. Nove anos depois foi proposto e nomeado Ajudante do Comando. No dia 09 de Maio de 2002, foi nomeado 2º Comandante do Corpo de Bombeiros, função que desempenha até hoje, mantendo-se activo e operacional, representando para os elementos mais novos deste CB, um exemplo a seguir.
Só a titulo de exemplo, sublinha-se o excelente desempenho no comando do posto de socorros de assistência à praia da Foz do Arelho e o reconhecimento pelo elevado nível e qualidade da instrução que ministrou a todos os Bombeiros que formou, contribuindo com o seu saber e exemplo para o reforço humano do Corpo de Bombeiros de Caldas da Rainha.
Mais recentemente e no desempenho da função de comandante interino, manteve o padrão definido para o Corpo de Bombeiros, correspondendo de forma muito positiva e profissional quer na resposta às solicitações, quer na condução dos voluntários desta casa.
No seu processo individual são vários os certificados de cursos.
Em Setembro de 2003, foi condecorado com a Medalha de Dedicação Grau ouro.
Mais de 35 anos ao serviço dos Bombeiros, revelam o seu envolvimento e a sua total dedicação no campo da solidariedade, na defesa de bens e de vidas humanas.
Reconhecido por todos como um especialista no combate ao fogo, especialmente o fogo florestal, António Gaspar, é actualmente 2º Comandante dos nossos Bombeiros.
Foi-lhe atribuída a Distinção Honorífica, do Crachá de Ouro, a maior condecoração com que a Liga dos Bombeiros de Portugal, honra os seus maiores.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída a Manuel Garcia de Oliveira Felizardo (A Título Póstumo)
Nasceu na cidade de Caldas da Rainha no ano de 1942. Prossegui a actividade profissional da sua família no ramo comercial de máquinas de costura. O estabelecimento mantém ainda em funcionamento, na posse do seu filho, Mário Felizardo, completando cinco gerações.Dedicou-se à vida política e ao Associativismo.
Foi autarca e integrou os corpos gerentes de algumas colectividades, como o Sporting Club das Caldas e a Associação de Dadores de Sangue.
Destacou-se, sobretudo na comunicação, através do radioamadorismo, onde foi um dos mais prestigiados rádio-amadores portugueses, levando o nome de Caldas da Rainha aos 5 continentes, contactando com estações especiais de rádio nos Himalais, Ártico, Antártico e também com radioamadores muito especiais como os reis de Marrocos, da Jordânia e de Espanha.
Obteve o primeiro prémio mundial de rádio amador no ano de 2001.
Foi fundador do Rádio Clube das Caldas no Ano de 1986.
Veio a falecer no ano de 2004.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída ao Padre José da Felicidade Alves (A Título Póstumo)
Nasceu no lugar do Vale da Quinta da Freguesia de Salir de Matos – Caldas da Rainha em 11 de Março de 1925.Foi ordenado sacerdote em 24 de Junho de 1948 e de imediato nomeado professor de Grego e de Matemática do Seminário de Almada leccionando um ano depois Teologia Dogmática e Patrística onde se distinguiu como pedagogo contribuindo para a formação de um terço do total dos sacerdotes do patriarcado de Lisboa.
Em 1956 foi nomeado pároco de Santa Maria de Belém, a importante paroquia dos Jerónimos e de São Francisco de Xavier em Lisboa.
Pelas suas notáveis homilias, pelos cursos de formação e pelo movimento de leigos que impulsionou, em 30 de Maio de 1968 o Patriarca de Lisboa reconheceu a sua notável obra pastoral onde deu incremento ao culto e à renovação litúrgica, lançou fecundos movimentos de apostolado, formou e dinamizou ao serviço de Deus e das almas, muitos e dedicados leigos. A Diocese não esquece, também, a sua contribuição para a reestruturação pastoral.
Neste mesmo ano, 1968, o Padre José da Felicidade Alves foi preso e encarcerado durante dois anos pela PIDE quando em 19 de Abril, divulgou um documento onde equacionou, com extraordinária lúcidez os grandes problemas que se colocavam à Igreja Católica nomeadamente em Portugal, com ênfase no atropelo dos direitos humanos.
Em 2 de Novembro deste mesmo ano, o cardeal Cerejeira decretou o seu afastamento compulsivo das suas paróquias.
Casou em 1970 nas Caldas da Rainha, dando ensejo ao Patriarca de Lisboa para decretar a excomunhão, com efeitos imediatos, e garantir depois ao presidente do Conselho Marcelo Caetano que do Padre Felicidade “nada restará”.
Mais tarde justifica as suas opções no livro publicado “É preciso nascer de novo”.
Após a sua saída da prisão trabalhou incansavelmente em empregos de recurso para se sustentar, porém, o seu legado intelectual pautou-se pela primazia dada a obras de natureza teológica e pastoral.
Foi eleito Académico em 1994 pela Academia Nacional de Belas Artes, foi condecorado pelo Presidente da Republica Mário Soares, como resistente ao Estado Novo
Em 1998 o novo Patriarca de Lisboa D. José Policarpo promoveu a reconciliação assumindo o seu pedido de perdão e presidindo ao casamento canónico em 10 de Junho desse ano.
A sua intervenção cívica e o seu testemunho de vida foram factores determinantes para despertar consciências e influenciar inúmeros cidadãos, nos mais diversos quadrantes, não só no seio da igreja como na sociedade em geral.
Faleceu em 14 de Dezembro de 1998.
Medalha de mérito Municipal – Grau Prata
Atribuída a Manuel Louro Miguel (A título Póstumo)
Manuel Louro Miguel nasceu na freguesia do Landal em 1941.Desde muito cedo revelou uma inteligência fora do comum que mais tarde o viria a marcar.
Deixou o Landal com 10 anos para prosseguir os estudos em Caldas da Rainha.
Aos 15 anos foi viver para Lisboa onde viria a concluir a sua formação.
Mais tarde Manuel Louro Miguel radicou-se com a sua família em Luanda, regressando a Caldas da Rainha após o 25 de Abril.
Foi no lugar de Santa Susana, que Manuel Louro se tornou um homem de sucesso.
Com a sua coragem e convicção, aliada uma grande humildade, tornou-se um homem de sucesso ao introduzir na Freguesia do Landal uma actividade empresarial no campo da Indústria de Aves, tendo como centro de exploração a Codorniz, que viria a projectar Santa Susana no panorama nacional, criando riqueza e inúmeros postos de trabalho, e multiplicando estruturas industriais de grande vulto.
Manuel Louro Miguel era um homem de pendor prospectivo, antecipava o futuro polémico à sua maneira, acérrimo defensor da verdade, um verdadeiro lutador.
Faleceu com apenas 43 anos vividos com tamanha intensidade e determinação que fizeram dele um homem de reconhecido mérito. Deixa uma marca de grande empreendedor e ficará para sempre na memória de Santa Susana, e da Freguesia do Landal, como o grande percursor da indústria das codornizes na Freguesia do Landal e em toda a Região.
Medalha de Mérito – Grau Bronze
Atribuída a Associação Desportiva e Cultural dos Vidais
A Associação Desportiva e Cultural dos Vidais, foi fundada em 22 de Março de 1982Promove desde logo a realização de vários torneios de Futebol de Salão de carácter regional e também entre todos os Lugares da Freguesia de Vidais.
Entretanto cria a secção de Atletismo e em poucos anos consegue resultados invejáveis. A nível regional ganha a maioria das provas em que participa e a nível nacional vence por duas vezes consecutivas o campeonato nacional de estafetas em estrada e o campeonato Nacional por equipas na categoria de Maratona.
Individualmente e num só ano o seu atleta Joaquim Murraças vence provas importantes como: O Campeonato Europeu de Corta – Mato para atletas trabalhadores realizado na Irlanda, a meia maratona da Nazaré, os 20 Km de Almeirim e o grande prémio da FNAC em Lisboa para além de ter sido Campeão Nacional de Estrada e de Corta-mato em vários anos consecutivos.
Ainda a nível individual o seu atleta José Capinha é no mesmo ano campeão nacional dos 10 000 metros e vice campeão dos 5 000metros em pista.
Foi a Associação Desportiva e Cultural dos Vidais que organizou durante vários anos a célebre Estafeta dos Vidais.
Há dez anos atrás esta associação criou uma equipa de Futebol Salão Feminina, que depois de cinco anos filiada na Federação Portuguesa de Futebol de Salão transfere a sua filiação para a Associação de Futebol de Leiria disputando os campeonatos de Futsal, e no primeiro ano da sua filiação consegue ser Vice campeã Distrital da 1ª Divisão subindo de imediato à divisão de Honra onde se mantém.
A Associação Desportiva e Cultural dos Vidais mantêm ainda a prática de Ciclo turismo federado e promove a prática de Ténis de Mesa, e outros desportos Indoor participando em várias provas regionais.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Bronze
Atribuída à Associação Desportiva e Recreativa do Carvalhal Benfeito.
A Associação Desportiva Recreativa do Carvalhal Benfeito foi fundada em 1982.Nos primeiros anos da Associação, a principal actividade desportiva que era o futebol, tendo mantido uma equipa a participar em diversos torneios.
Depois com o evoluir da Associação, foram desenvolvidas diversas valências:
Nesse âmbito tem vindo a participar nas Tasquinhas de Caldas da Rainha, a Expotur, nas quais conseguiu sempre classificar-se nos três primeiros lugares;
Também organiza diversos torneios INDOOR.
Na área de desporto, as energias estão agora canalizadas para o BTT, possuindo uma equipa com cerca de 30 elementos.
A Associação tem sede própria com bar aberto diariamente, recentemente remodelado, fornecendo todos os dias entretenimento à população.
Mantém um serviço Publico de Internet.
A Associação que representa as correntes culturais e desportivas do Carvalhal Benfeito conta com o empenhamento dos associados dado que a maior parte das actividades são sustentadas graças ao voluntariado.
Medalha de Mérito Municipal - Grau Bronze
Atribuída à Associação Recreativa Desportiva e Cultural de Antas
A Associação Recreativa, Desportiva e Cultural de Antas, freguesia de Carvalhal Benfeito, foi constituida oficialmente por escritura de 23 de Janeiro de 1981.Tem por finalidade a promoção cultural, desportiva e recreativa dos seus associados.
Encontram-se actualmente inscritos 232 sócios.
Este projecto foi dinamizado por um grupo de habitantes que concretizou a compra de um terreno e a construção das instalações, constituídas por um amplo salão de festas, bar, cozinha, sala de jantar, salas de jogos, biblioteca/sala de exposições e salas de apoio aos corpos gerentes.
Esta obra, pólo aglutinador dos lugares de Antas, Barrocas e Quinta do Bravo, deve-se essencialmente à disponibilidade e trabalho voluntário da população.
De realçar o desafio então lançado, e o incentivo manifestado desde os primórdios da sua criação, pelo actual Presidente da Câmara, Fernando Costa.
Tem organizado e participado em diversos eventos como seja torneios desportivos, jogos tradicionais, acções culturais e recreativas, cursos de artesanato e de desenho e aulas de ginástica.
Assegura, anualmente, a organização dos festejos em honra de Santa Maria e S. Brás (dias 2 e 3 de Fevereiro) e Nossa Senhora das Dores (Maio).
Através de protocolo com a Junta de Freguesia de Carvalhal Benfeito, que disponibilizou o equipamento informático, mantém em funcionamento um Posto Público de Internet.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Bronze
Atribuída à Associação Recreativa, Cultural Desportiva da Moita
Foi fundada por escritura pública em 11 de Fevereiro de 1982 com a assinatura de 16 sócios, actualmente existem cerca de 100 sócios.A primeira grande batalha a travar foi a construção do salão, actual sede da Associação, foi construído com o trabalho voluntário de toda a população residente da Moita e casais limítrofes.
Ressurgiu em meados dos anos 80 o Rancho Folclórico de Danças e Cantares da Moita.
Durante os cerca de 10 anos de existência o Rancho percorreu o País de Norte a Sul a divulgar a nossa cultura e tradições bem como o nome da nossa terra.
Nos últimos anos têm apoiado dois grupos de dança jovem os “Angels” e os “Little Angels”, que tem levado o nome da Moita a vários lugares da Região.
Apoiam também a valência de ginástica para adultos.
Nos anos oitenta realizou-se anualmente na Moita durante 4 anos seguidos o circuito de ciclismo da Moita que nos últimos dois anos trouxe à Moita os melhores ciclistas da Volta a Portugal.
Ultimamente têm organizado vários torneios desportivos, Indoor, contribuindo para um são convívio entre todos e para um intercambio com residentes de outros lugares.
Todos os anos no segundo fim-de-semana de Setembro organizam a festa anual em honra de Nossa Senhora da Luz, que já é muito anterior ao início da Associação remontando ao século XIX.
Medalha de Mérito Municipal – Grau Bronze
Atribuída à Casa Antero
A Casa Antero, pequena empresa do Ramo de Restauração e Bebidas, tem um significado Social e Cultural muito para além da minúscula área que ocupa no beco do Forno nº7 da cidade das Caldas da Rainha.Antero Feliciano hoje com 77 anos, tomou conta daquele espaço, em Agosto de 1957, vai para meio século.
A história da Casa Antero, toda ela pícara e gravada na memória de várias gerações de Caldenses, começa quando o Coradinho, leva o sobrinho, o jovem Antero então com 27 anos, em paseata até à Praça, e lhe confidencia pelo caminho, que o Diamantino Larião, seu empregado na pequena taberna, não tinha unhas para o negócio e logo no outro dia o “negócio ficou selado com palavra de Rei, que tanto bastava.
Os seus clientes na pequena taberna de 20m2, eram a sua grande família, entre outros os dos Capristanos, dos Correios, da Câmara Municipal.
Sozinho e logo depois ajudado pela esposa, Antero Feliciano faz casa e torna aquele lugar o Centro de Convívio da cidade, profundamente interclassista, por onde passou toda a sociedade Caldense.
Ao longo de cinquenta anos, aquelas quatro paredes são o testemunho de muitas e muitas histórias passadas no beco do Forno, em torno dos assadores, à volta das minúscula mesas, e sobretudo cotovelos no balcão, olhos no pipo de 180 litros que arregalava as almas, soltava os espíritos, porque o corpo esse é que as pagava.
Desde Almirantes e Generais, a Doutores e até Engenheiros mas sobretudo do povo anónimo, de todos o Antero guarda uma recordação. A Casa Antero, memória viva da cidade nestes 50 anos, é em si mesma, um documento da segunda metade do século passado das Caldas da Rainha.
Medalha de Mérito do Município – Grau Bronze
Atribuída ao Centro Social Paroquial de Santa Catarina
O Centro Social Paroquial de Santa Catarina é uma Associação DE Solidariedade Social criada em1981, para dar resposta às necessidades sociais da Freguesia.Neste momento possui a valência de Jardim-de-infância, com 68 crianças (1980) e Creche com 58 crianças (1990), e ATL e Ludoteca com 41 crianças.
No que diz respeito à terceira idade, possui uma área de Apoio Domiciliário (1995) com 44 utentes e desenvolvendo também uma valência de Apoio Domiciliário Integrado (1998).
Possui ainda na vertente de apoio aos idosos, um Centro de Dia (2005) com 18 utilizadores, e um Centro de Convívio com 23 utentes.
Diariamente fornece mais de 250 refeições para a própria Instituição ou de apoio a outras da freguesia.
Actualmente tem ao seu serviço 42 funcionários, para além dos Órgãos Sociais que trabalham voluntariamente.
No seu Banco de Voluntariado estão inscritos e prestam colaboração gratuita 35 elementos.
Nas suas instalações funciona um Espaço Internet.
Neste momento está empenhada na construção do futuro Lar previsto para 30 utentes.
Medalha de Mérito do Município – Grau Bronze
Atribuída a Mário Rebelo da Silva (A Título Póstumo)
Nasceu em Caldas da Rainha em 1919.Trabalhador de referência no comércio caldense foi no início da década de 70 dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Escritórios e Caixeiros do Distrito de Leiria.
Homem de esquerda, militante comunista muito antes do 25 de Abril e como tal participou em movimentos e iniciativas de resistência à ditadura.
Envolveu-se com empenho na luta por melhores condições de trabalho para a classe trabalhadora, nomeadamente pelo direito à semana-inglesa no comércio.
Orgulhoso da sua terra, foi dirigente associativo do Caldas Sport Clube, de quem era à data do seu falecimento o sócio nº 1.
Foi fundador e dirigente da Casa do Benfica das Caldas da Rainha.
Após o 25 de Abril foi autarca eleito pela Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo.
Medalha de Mérito do Município - Grau Bronze
Atribuída a Ramiro Saraiva Esteves
50 Anos de MúsicoAo Serviço da Banda da Sociedade de Instrução Musical de A dos Francos.
O homem e musico Ramiro Saraiva Esteves nascido a 13 de Abril de 1940.
Iniciou os seus estudos de solfejo, na banda de música da Sociedade de Instrução Musical Cultura e Recreio de A-dos-Francos, em Março de 1955.
A sua 1ª saída oficial como Instrumentista desta banda realizou-se em Outubro desse mesmo ano.
Sem nunca se ter ausentado da banda, continua actualmente a executar o seu papel de musico, tocando Bombardino como executante da filarmónica prefazendo 52 anos consecutivos ao serviço.
Músico de grande dedicação e exemplo de trabalho e esforço, o seu único objectivo foi e continua a ser, o de levar o bom-nome da sua terra aos locais por onde a banda tem actuado e servidas as populações. Podemos ainda salientar que, durante esse 52 anos fez parte, em três mandatos, dos corpos gerentes desta associação, um deles como presidente da direcção num momento importante e difícil, porque durante esse período que foram realizadas as 1º obras de ampliação da sede social da Sociedade.
Como cidadão foi Autarca da Junta de Freguesia de A-dos-Francos em 4 mandatos.
Com 68 anos de idade muito preenchidos e 52 como musico, de grande dedicação á Banda Filarmónica, é um cidadão de grande exemplo cívico para toda a Freguesia de A dos Francos
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída a Sara Sofia Cruz Domingos
Natural das Caldas da Rainha, nasceu a 19 de Outubro de 1989Actualmente reside no centro Alto Rendimento do Jamor e frequenta o 12º ano na Escola Secundário Amélia Rey Colaço em Linda-a-Velha. A nível desportivo representa os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha no Pentatlo Moderno e o Arneirense no Atletismo. Tem ainda representado a Selecção Nacional de Pentatlo Moderno, a Selecção Distrital de Atletismo de Leiria e estagiado na Selecção Nacional de Triatlo. Recebeu da Federação de Pentatlo Moderno o prémio de Revelação do ano de 2006 no Pentatlo Moderno.
Principais Resultados Obtidos no Pentatlo Moderno
Iniciou a prática do Pentatlo Moderno no ano 2000, com 11 anos, no escalão infantil, no clube Pimpões.
Em 2002 venceu a primeira prova do Circuito Jovem, escalão iniciados e foi pela primeira vez campeã nacional de iniciados.
Em 2003 venceu 2 provas do circuito jovem e. Ficou em 1º lugar na prova internacional Challenge Pentajovem e foi quarta classificada na também prova internacional Copa Atlântica. Foi novamente campeã nacional de iniciados.
Em 2004 venceu duas provas do circuito jovem e foi campeã nacional de Juniores A. Ficou em 26º lugar no Meeting Internacional de Loures, 39º no Campeonato da Europa de Juniores A, em Mafra, 3º no Meeting Internacional de Mellila. Ficou ainda no 36º lugar no Campeonato da Europa de Juvenis em Budapeste, Hungria.
Em 2005 passou a representar os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha. Foi campeã Nacional de Juvenis, 3º lugar no Campeonato Nacional de Seniores, 1º lugar no torneio de abertura de Juniores A e ficou em 41º lugar no Campeonato da Europa de Juniores A em Montepulciano (Itália).
Em 2006 venceu o campeonato nacional de Juniores A, 3º lugar no campeonato nacional de juniores, 1º lugar no Challenge Pentajovem e 35º lugar no Campeonato da Europa de Juniores, em Torres Vedras. Participou ainda em provas internacionais na Republica Checa e França.
Em 2007 já venceu o campeonato nacional de Juniores e ficou em 25º lugar no Meeting Internacional de Millfield, Inglaterra, o qual se realizou em conjunto com uma prova da taça do Mundo.
Ocupa actualmente no escalão feminino o 1º lugar no Ranking Nacional de Juniores A e de Juniores e o 2º lugar absoluto.
No final de 2006 ocupava o 57º lugar do ranking mundial no escalão Júnior A, o 81º lugar no escalão Júnior e o 191º lugar absoluto.
Está prevista para este ano a sua participação pela primeira vez num campeonato do mundo (Campeonato do Mundo de Juniores, que se realizará em Setembro em Caldas da Rainha, embora a atleta ainda seja do escalão inferior, Júnior A).
No Atletismo
Em 2002 participou pela primeira vez em provas de atletismo, como individual tendo vencido as duas primeiras (Salir de Matos e S. Martinho do Porto).
Em 2003 venceu o km distrital, escalão iniciados, foi 11ª no km das Beiras, 1ª no Olímpico Jovem, distâncias de 800m e 1500m, 17ª no Olímpico Jovem Nacional, 1º lugar no distrital de iniciados, 800m.
Em 2004 venceu o corta-mato escolar do CAE Oeste (Desporto Escolar) e foi 14ª no Nacional de Corta-Mato do Desporto Escolar.
Em 2005, 1º lugar absoluto no 1º Corta-Mato de Óbidos, 2º lugar no Corta-Mato Distrital, 4ºlugar no Corta-Mato Escolar do CAE Oeste e 9º lugar no Nacional de Corta-Mato de Desporto Escolar
Em 2006 venceu o Olímpico Jovem Distrital, nos 3000m e foi 4ª no Olímpico Jovem Nacional. Esteve pela primeira vez no nacional de atletismo tendo ficado em 8º lugar.
Ficou no 10º Lugar no Ranking Nacional de Juvenis na distância de 3000m em 2006.
3º Lugar no Ranking distrital absoluto, 2º no escalão júnior e 1º no escalão juvenil na distância de 3000m em 2006.
Em 2007 representou a Selecção Distrital de Leiria no Corta-Mato Internacional de Loures ficando em 24º lugar (melhor do distrito)
Na Esgrima
Em 2007, 3º lugar numa prova de espada feminina, escalão júnior e 24º lugar no campeonato nacional de juniores de espada feminina.
No Triatlo
A 31 de Março de 2007 em Rio Maior participou na detecção de talentos da Federação Nacional de Triatlo (Projecto Temos Talentos 2007, cujo objectivo era detectar jovens com aptidões a integrar o projecto olímpico 2012-2016), tendo ficado em 1º lugar. Integrou de seguida o estágio da selecção nacional de triatlo ao lado de atletas como Vanessa Fernandes, Anais Moniz, Bruno Pais e João Silva.
Medalha de Mérito do Município – Grau Prata
Atribuída à Associação Social e Desenvolvimento de Casais da Serra - Landal
A Associação Social e Desenvolvimento de Casais da Serra, fundada em 9 de Março de 1981 - D.R. III Série - nº79-04-04-1981, é uma Instituição Particular de solidariedade Social, da Freguesia do Landal. Tem como objectivo o apoio social, alem de ser um Centro de aproveitamento de tempos livres para as crianças e jovens, com o intuito do desenvolvimento desportivo e cultural dos habitantes de Casais da Serra, e povoações limítrofes, criando e mantendo espaços para a prática de actividades culturais e recreativas. Actualmente tem cerca de 350 associados, e a sua actividade principal é a Escola de Dança de Salão com cerca de 40 executantes dos 2 aos 24 anos, além da Classe de Ginástica de Manutenção que dá mais saúde à população de Casais da Serra.A actual Direcção tem nos seus horizontes para o próximo ano, criar uma Escola de Música e um Grupo Cénico para os jovens da Freguesia do Landal.
O Objectivo a curto prazo é concluir as obras do Polidesportivo, onde deposita toda a esperança, e se torne realidade a inauguração no próximo mês de Setembro de 20007.
Medalha de Mérito Municipal – Grau – Bronze
Atribuída ao Rancho Folclórico e Etnográfico da Fanadia
No ano de 1981 os responsáveis da secção cultural do G. Desportivo da Fanadia, Sérgio Pereira e Luísa Diogo organizaram um grupo infantil de dançarinos e o êxito da iniciativa sugere a criação de um grupo adulto de danças e cantares.A permanente preocupação da representação das tradições rurais da região e o estudo acompanhado da sua etnografia levam há criação do 1º Grupo Folclórico e Etnográfico do concelho e ao aparecimento dum núcleo museológico representativo das tradições rurais da região.
Tem hoje o Rancho Folclórico e Etnográfico " As Ceifeiras da Fanadia" um importante historial de trabalhos etnográficos, como apresentação de fainas agrícolas ao vivo (lembre-se por exemplo a debulha de t4rigo com trilhos de madeira puxados por juntas de bois na feira da fruta no parque, no ano de 1990), descamisadas, lagaradas e malhas, jogos populares, cantares ao desafio, participação em exposições museológicas, colaboração em publicações literárias, exposições e representações nacionais de tradições regionais e no estrangeiro nomeadamente em Espanha, França, Bélgica, Letónia, Canadá e Dinamarca.
Tem hoje o Rancho cerca de 50 elementos de dançarinos, figurantes e músicos, está juridicamente constituído como Associação desde 1990.
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