terça-feira, novembro 06, 2007

PSP continua em gratificados até que a Cãmara possa pagar

Os elementos da PSP das Caldas que exercem a função em regime de gratificados na Rua dos Heróis da Grande Guerra irão continuar até que a Câmara das Caldas deixe de solicitar a presença dos mesmos.
A garantia foi dada por Vítor Trindade, comissário da PSP das Caldas que esclarece que “a prestação de serviço à Câmara Municipal de Caldas da Rainha em regime de serviço remunerado na Rua dos Heróis da Grande Guerra irá durar enquanto esta entidade considerar adequado, não havendo problema em suportar este tipo de colaboração”.
O comandante da polícia das Caldas esclarece mesmo que depois da Câmara deixar de prescindir deste serviço pago, “serão tomadas conjuntamente as medidas adequadas, tendo como base a filosofia da autarquia para o trânsito naquela Rua. É evidente, que independentemente da decisão, é uma zona que requer uma atenção permanente, pelo que exige sempre ma maior assiduidade de agentes policiais, para se fazer cumprir a sinalização”, esclarece.
Questionado sobre, se a Rua dos Heróis da Grande Guerra está bem sinalizadas, na sua opinião, “a sinalização existente está adequada, no entanto, conforme já foi equacionado em reunião conjunta com a Câmara Municipal, deverá haver outros sinais de informação complementar antecedendo os existentes, bem como sinalizar saídas para outras direcções, que de momento não são suficientes”, declara.
Além dos elementos pagos pela Câmara para estar à entrada da artéria, junto aos Correio, a Rua dos Heróis da Grande Guerra, é muitas vezes percorrida pelo o único elemento do Comércio Seguro e Apoio aos Idosos, além da patrulha velocipédica da PSP.
Para Vítor Trindade, esta equipa que se faz transportar de bicicleta tem feito diversas intervenções que “têm decorrido muito bem, excedendo as expectativas, incluindo a grande aceitação pública”.
Porém o comissário não soube precisar se com estes elementos mais próximos da população existe um maior número de ocorrências “em que tomaram parte, dado que são accionados como se outro meio no exterior se tratasse”.
O comandante da polícia realça contudo que graças “à grande mobilidade dos agentes, quando há ocorrências, chegam mais rapidamente que um carro patrulha”.
Segundo Vítor Trindade, apesar de estarmos já na época de Outono e prestes a entrar no Inverno, estas equipas velocipédicas “devem continuar a laborar porque já se muniram de fardamento mais adequado, incluindo calças”, aponta.

Carlos Barroso

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