O estacionamento e acesso ao mercado abastecedor foram de novo, assuntos comentados pelos deputados, António Barros e Rui Gomes, CDU e PSD, respectivamente, que pediram uma intervenção mais eficaz por parte da PSP e autarquia.Para o comunista os acessos ao mercado abastecedor, “é uma situação caótica verificada na área circundante ao mercado”. Por esse motivo sugeriu “requisitasse policiamento para o período de abertura do mercado, porque são muitos carros estacionados na via”, argumentou.
Partilhando das mesmas preocupações Rui Gomes, confessou que “a partir das 17 horas as pessoas que desprezam o mercado da Praça da Fruta vão à tarde ao mercado abastecedor” provocando um congestionamento naquela zona.
Fernando Costa sobre este tema disse que “o mercado está cada vez maior por causa dos vendedores que vêem de fora assim como os compradores”.
“Aquela confusão de trânsito é gerada porque ficou estipulado que ninguém entrava dentro do recinto antes das 19 horas, para não começarem a vender antes dessa hora. Há vendedores que chegam às 17 horas e começam a estacionar e isso é um problema de polícia”, apontou.
Quanto à ideia sugerida pela CDU de colocar um agente naquela zona, o presidente da Câmara alegou que “não é a melhor solução”, acrescentando que “a PSP tem obrigação de colocar o trânsito na ordem. Qualquer dia temos de pagar à PSP para tudo e mais alguma coisa”, desabafou.
Aproveitando o tema da policia o presidente da Câmara declarou aos deputados que o deputado que o chamou de “xerife das Caldas”, “há dias chamou-me à atenção por haverem muitos carros na Praça 5 de Outubro e eu disse-lhe que estava na altura dele também ser xerife das Caldas”.
Fernando Costa aproveitou o amadorismo politico do deputado do CDS-PP para dizer que “criticam o presidente da Câmara por chamar a PSP, mas oito dias depois ao ver tantos carros em cima da Praça, ele perguntou ao presidente da Câmara porque não chamava a PSP”, ironizou.
Carlos Barroso
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