O deputado socialista Mário Tavares mostrou-se preocupado com a vaga de assaltos que tem assolado o comércio caldense, dando mesmo a conhecer que os mesmos “provocam algum mau estar pela sua repetição”.
Por este facto apresentou uma moção que acabou por ser aprovada pela maioria com uma abstenção, para ser dirigida ao ministro da administração interna onde refere que “tem havido com alguma insistência de assaltos a estabelecimentos comerciais que estão a produzir um geral sentimento de insegurança. A sociedade das Caldas tem na base o comércio e o policiamento existente resulta do que fica exposto de forma manifestamente carente para uma vigilância deficiente durante o dia e muitíssimo deficiente durante a noite”.
Mário Pacheco quis que a Assembleia solicita-se ao ministro para que “dote a cidade das Caldas de equipamentos pessoal e logístico que corresponda à sua dimensão e desenvolvimento real, à sua natureza comercial e à segurança de pessoas e bens”, solidarizando-se também com os comerciantes atingidos, deixando a certeza de que “a Assembleia não deixará de prestar publicamente as suas posições na defesa dos seus cidadãos”.
Duarte Nuno, deputado do CDS-PP, disse que a criminalidade “está aumentar” e com esse factor está relacionado com “o sentimento de impunidade face a esta revisão do novo código processo penal”.
“Se somarmos um mais um, temos uma situação complicada. Temos falta de efectivos, por um lado e do outro sentimento de que se sai impune”, acusou.
Fernando Costa, desdramatizou o tema ao dizer que “os assaltos existem um pouco por todo o país, resultante das condições económicas e sociais”, mas acabou por se solidarizar com a proposta do deputado Mário Tavares, tendo em conta que “há um abaixo-assinado e outras iniciativas nossas, porque a PSP tem cerca de 80 agentes e deveria de ter 110 elementos”, disse.
Carlos Barroso
Por este facto apresentou uma moção que acabou por ser aprovada pela maioria com uma abstenção, para ser dirigida ao ministro da administração interna onde refere que “tem havido com alguma insistência de assaltos a estabelecimentos comerciais que estão a produzir um geral sentimento de insegurança. A sociedade das Caldas tem na base o comércio e o policiamento existente resulta do que fica exposto de forma manifestamente carente para uma vigilância deficiente durante o dia e muitíssimo deficiente durante a noite”.
Mário Pacheco quis que a Assembleia solicita-se ao ministro para que “dote a cidade das Caldas de equipamentos pessoal e logístico que corresponda à sua dimensão e desenvolvimento real, à sua natureza comercial e à segurança de pessoas e bens”, solidarizando-se também com os comerciantes atingidos, deixando a certeza de que “a Assembleia não deixará de prestar publicamente as suas posições na defesa dos seus cidadãos”.
Duarte Nuno, deputado do CDS-PP, disse que a criminalidade “está aumentar” e com esse factor está relacionado com “o sentimento de impunidade face a esta revisão do novo código processo penal”.
“Se somarmos um mais um, temos uma situação complicada. Temos falta de efectivos, por um lado e do outro sentimento de que se sai impune”, acusou.
Fernando Costa, desdramatizou o tema ao dizer que “os assaltos existem um pouco por todo o país, resultante das condições económicas e sociais”, mas acabou por se solidarizar com a proposta do deputado Mário Tavares, tendo em conta que “há um abaixo-assinado e outras iniciativas nossas, porque a PSP tem cerca de 80 agentes e deveria de ter 110 elementos”, disse.
Carlos Barroso

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